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CQC no prêmio: íntima, Mônica Iozzi ‘reclama’ de Sarney

Pelo segundo ano consecutivo a repórter do CQC é flagrada saracoteando no evento, como sempre munida de piadinhas suprapartidárias. Desta vez, sobrou até para o presidente do Senado

“O presidente do Senado não foi muito simpático comigo...” Foi com essas palavras resignadas que a repórter do CQC Mônica Iozzi, mais uma vez presente a uma edição do Prêmio Congresso em Foco, realizada na última segunda-feira (7) em Brasília, iniciou a entrevista concedida ao repórter Fábio Góis, que pelo quarto ano consecutivo teve que “aturar” a trupe da TV Bandeirantes. A “caipirinha de vodka”, como o “chefe” Marcelo Tas costuma chamá-la só porque ela é do interior paulista, estava mais soltinha do que no ano passado (confira), o que pode ter assustado o presidente da Casa Legislativa em questão, José Sarney (PMDB). O peemedebista, aliás, pela primeira vez compareceu à cerimônia anual de premiação, e fez até discurso de abertura. O repórter Fábio, que o recebeu na entrada do evento, garante: Sarney foi o primeiro parlamentar a chegar, e não parecia antipático.

Em 2010: Furamos o CQC! Veja Mônica Iozzi aqui antes

É óbvio que o parágrafo acima é uma brincadeira, embora cada situação narrada acima tenha de fato acontecido. Mônica falou à reportagem com o espírito zombeteiro que ano a ano tem deixado mais leve a festa de premiação – em si já eivada de boas energias. Graciosa e gentil, a “sirigaita do CQC” – outro pseudônimo que Tas arrumou pra ela, do qual a reportagem discorda! –, Mônica até tentou atrasar a abordagem da TV Congresso em Foco, mas acabou vencida pelo cansaço (veja no vídeo abaixo e, à noite, assista à reportagem do CQC sobre o prêmio, na Band).

Assista ao "confronto" Mônica-Fábio:

Como o telespectador-internauta pode perceber, Mônica volta a se queixar da vida com um sorriso serelepe no rosto, como havia feito na entrevista concedida no ano passado. Além da galhofa de entregar o presidente do Senado, a caipirinha do CQC ainda quis macular a honra do repórter que, gentilmente, queria fazer-lhe o papel de anfitrião em Brasília – mesmo já tendo sido informado pela própria Mônica que um certo noivado recomendasse o contrário.

“Ele dá em cima de todo mundo! Ele estava dando em cima da Manuela d’Ávila até agora! Eu vi ele [sic] dando em cima da mulher do Cristovam!”, disparou a bela. Em sua defesa, Fábio diz que sequer falou com Manuela, a jovem deputada do PCdoB do Rio Grande do Sul. A não ser quando a recebeu na entrada da casa de eventos Porto Vittória, onde o prêmio foi realizado, com direito a show de João Donato e Maíra, uma das talentosas filhas de Marinho da Vila. O tratamento foi igualmente dispensado à distinta esposa do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), mais uma vez vencedor na categoria principal no Senado. Aliás, a senhora Buarque só desentrelaçou os braços do companheiro quando este se dirigiu ao palco para receber sua premiação.

Bem, a reportagem não vai embarcar no lero-lero de Mônica. Com a elegância que marca toda a equipe da redação, volta a agradecer a presença da equipe do CQC no prêmio, e desde já a convida para a edição do próximo ano. E, por favor, senhor Tas, nada de mandar outra pessoa para cobrir a festa – muito menos mamíferos da pele lisa! Solteira ou não, Mônica tem que voltar.

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