Flávio Bolsonaro admite assinatura em papel para criar Aliança

O senador Flávio Bolsonaro (Sem partido -RJ) e outros membros do partido ainda não criado Aliança pelo Brasil vão se reunir às 18h desta terça-feira (26) com a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber. Flávio é o 1º vice-presidente do Aliança pelo Brasil.

O filho mais velho de Jair Bolsonaro disse que se for negada a possibilidade das assinaturas serem eletrônicas, a cúpula do partido que o presidente da República, Jair Bolsonaro, pretende criar vai aceitar os métodos manuais de validação.

“Se negarem, iremos usar os meios que estão disponíveis. Mas estamos otimistas. O TSE se prepara há anos para a biometria, seria bem contraditório se não aceitasse a solicitação”, afirmou ao Congresso em Foco.

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Para se criar um partido no Brasil é necessário reunir 500 mil assinaturas. O prazo é curto para o lançamento de candidaturas municipais em 2020. A nova sigla precisará estar pronta até março do ano que vem para poder lançar candidatos a prefeito e vereador em outubro. A equipe de Bolsonaro pretende usar o Whatsapp para reunir o apoio exigido. Mas o uso do instrumento não é seguro juridicamente e as assinaturas podem ser invalidadas.

Além da reunião de Weber, está na pauta desta terça-feira uma consulta feita pelo deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) sobre o uso de assinaturas eletrônicas para validar a criação de um partido.

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