Dilma Rousseff anuncia sete novos ministros

Em nota, Palácio do Planalto confirmou os futuros ocupantes das pastas das Comunicações, do Desenvolvimento Agrário, da Integração Nacional, da Previdência, das Relações Institucionais, da Secretaria-Geral e do Transporte

A presidenta Dilma Rousseff indicou nesta segunda-feira (29) mais sete nomes para fazerem parte do novo ministério a partir de 1º de janeiro. Com o anúncio, feito por nota oficial, ainda falta revelar os futuros ocupantes de 15 pastas do primeiro escalão do segundo mandato da petista. A expectativa é que eles sejam conhecidos até quarta-feira (31).

Entre as pastas anunciadas, apenas uma era cercada de um certo mistério: a do Desenvolvimento Agrário, atualmente ocupada por Miguel Rossetto. No seu lugar entrará o deputado eleito e ex-ministro do Desenvolvimento Social no governo Lula. Ele chegou a ser cotado para disputar a presidência da Câmara pelo PT, mas o indicado pelo partido acabou sendo Arlindo Chinaglia (PT-SP).

Os outros seis nomes e seus cargos não são surpresa. Rossetto deixará o Desenvolvimento Agrário para assumir a Secretaria-Geral da Presidência no lugar de Gilberto Carvalho. O vereador e suplente de senador Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP) será o ministro do Transporte. Ele era um dos cotados para assumir o cargo na posição pleiteada pelo PR.

Gilberto Occhi, que comanda a pasta das Cidades, irá para a Integração Nacional na cota do PP. Pepe Vargas, mesmo com reação contrária de parte do seu próprio partido, o PT, assumirá as Relações Institucionais, pasta responsável pela articulação com o Congresso. Ricardo Berzoini deixará o ministério para ser o novo titular das Comunicações, que hoje tem Paulo Bernardo como comandante. Atual secretário-executivo, Carlos Gabas passará a ser o titular da Previdência no lugar de Garibaldi Alves.

De acordo com a nota distribuída pelo Palácio do Planalto, todos tomarão posse no dia 1º. Até lá, ainda falta a indicação de outros 15 ministros. São ministérios como Saúde, Justiça e Casa Civil, que os atuais ocupantes (Arthur Chioro, José Eduardo Cardozo e Aloizio Mercadante) devem permanecer, e de pastas como Meio Ambiente, Relações Exteriores e Trabalho.

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