Deputado declara que “é bom que se faça uma limpeza” de bandidos

Em comissão especial para discutir alterações no Estatuto do Desarmamento, deputado João Rodrigues disse que "é bom que se faça uma limpeza" de bandidos. "Chega de morrer trabalhador", defendeu

Membro da comissão especial que analisa alterações no Estatuto do Desarmamento (Projeto de Lei 3.722/12), o deputado João Rodrigues (PSD-SC) declarou, nesta terça-feira (27), que, "alguns bandidos serão eliminados, e é bom que se faça uma limpeza". A declaração do parlamentar catarinense foi proferida durante apreciação do parecer de Laudívio Carvalho (PMDB-MG), aprovado por 19 votos a 8. Os destaques ao projeto ainda serão analisados na próxima semana.

"Eu tenho a convicção de que o bandido entra na casa de quem está desprevenido, despreparado e desarmado. O bandido não procura a casa de um cidadão que está preparado, armado, seguro para proteger a sua família", declarou o deputado, "sabendo que o cidadão de bem estará armado, alguns bandidos serão eliminados, e é bom que se faça uma limpeza, é bom que se faça uma faxina, porque  chega de morrer, chega de eliminar cidadão de bem. Chega de morrer trabalhador", disse João Rodrigues.

A proposta, nomeada de Estatuto de Controle de Armas de Fogo, flexibiliza as regras em vigor, reduzindo, por exemplo, a idade mínima para o porte de armas de 25 para 21 anos. O substitutivo do relator da matéria também prevê quatro tipos diferentes de licença: funcional; pessoal; para porte rural; e de atirador e caçador. O texto define que as licenças são pessoais, intransferíveis e válidas por 10 anos em todo o território nacional.

A licença funcional assegura o porte de arma para diversas categorias, como senadores, deputados, membros da Advocacia-Geral da União, agentes de fiscalização do Sistema Nacional do Meio Ambiente, agentes de segurança socioeducativos; e peritos e auxiliares de órgãos de perícia oficial de natureza criminal.

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