Ataque de nervos foi a tônica do Congresso em 2017; veja as principais confusões em vídeo

Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Senado modo MMA: Randolfe, contido pelo senador octogenário Garibaldi Alves, avança sobre Ataídes Oliveira

 

Teve um grupo de agentes penitenciários ocupando comissão especial, em protesto contra a reforma da Previdência, aos gritos de “covardes” dirigidos a deputados;  teve ocupação da Mesa do Senado pelas próprias senadoras contrárias à reforma trabalhista; teve agressão física, verbal e multifacetada no plenário da Câmara; teve confronto físico entre senadores, em meio a xingamentos e ofensas…

Principalmente maio, como se verá abaixo, foi um período especialmente quente – coincidência ou não, trata-se do mês em que se comemora o Dia do Trabalhador.

Nesta compilação de vídeos abaixo, o Congresso em Foco convida o internauta a passear por alguns episódios que colocaram 2017 – ano da primeira denúncia feita contra um presidente brasileiro por suspeita de crime cometido no exercício do mandato – entre os mais explosivos da história do Parlamento. Antes, vale refletir sobre a frase que, atribuída ao “senhor Diretas” Ulysses Guimarães (1916-1992), um dos protagonistas da redemocratização, cala fundo em nossa alma cidadã:  “Se você acha ruim o atual Congresso, espere para ver o próximo”.

 

No início de maio, nervos à flor da pele durante discussão da reforma da Previdência na Câmara:


 

No Senado, em 23 de maio, clima quentíssimo na Comissão de Assuntos Econômicos, um dos três colegiados que discutiram a reforma trabalhista:


 

O final da discussão anterior registrou dois enfurecidos senadores, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Ataídes de Oliveira (PSDB-TO), avançando um sobre o outro:


 

O plenário da Câmara transformado em ringue, em 24 de maio:


 

Ringue, aliás, que quase subiu à Mesa na mesma sessão…


 

Em 11 de julho, senadoras ocuparam o comando do plenário para impedir a votação da reforma trabalhista:


 

Presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) não conseguiu conduzir a sessão e, irritado, mandou desligar luz e som do plenário:

No início de agosto, a confusão na Câmara foi tão grande que impossibilitou discursos:


 

No final de agosto, Eunício Oliveira presidia sessão do Congresso quando se irritou e bradou: “Baixe o dedo, não sou nega sua”


 

Na CPI da JBS, em 17 de outubro, o deputado Carlos Marun (PMDB-MS) chama de “vira-latas”o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que rebate: “Lambe-botas de Temer”!


 

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