Abertas as inscrições para o Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2015

Uma das mais significativas premiações do segmento, o Prêmio Nacional de Educação Fiscal, da Febrafite, distribuirá troféus e dinheiro aos cinco projetos vencedores

Escolas e instituições de todo o país que atuam com a temática da educação fiscal já podem inscrever seus projetos para o Prêmio Nacional de Educação Fiscal 2015. As inscrições começaram no último dia 29 de abril pela página www.premioeducacaofiscal.com.br e seguem até o dia 30 de junho. A premiação será no dia 15 de novembro, em Brasília.

Uma das mais significativas premiações do segmento, o Prêmio Nacional de Educação Fiscal entregará no dia 15 de novembro, em Brasília, troféus e prêmio em dinheiro aos cinco projetos vencedores. Os prêmios são de R$ 15 mil e R$ 10 mil para o primeiro e segundo lugares na categoria Instituições, e de R$ 15 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil na categoria Escolas. O certame também entregará um Certificado de Reconhecimento às dez melhores iniciativas participantes da edição.

Para o presidente da Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), Roberto Kupski, a educação fiscal contribui para reverter o momento atual de crise política e financeira e colabora no combate à corrupção. A educação fiscal também incentiva a cobrança da correta aplicação dos impostos. “Recebemos nas três primeiras edições mais de 400 projetos realizados em todos os estados e no DF. Todas as iniciativas contribuindo para um Brasil melhor, com maior justiça fiscal e social”, analisou o presidente da federação.

A Escola de Administração Fazendária (Esaf), coordenadora  do Programa Nacional de Educação Fiscal (Pnef), apoia a iniciativa desde a sua primeira edição, em 2012.  A diretora-geral adjunta da Esaf, Rai de Almeida, destaca que o prêmio estimula as escolas e as instituições governamentais na execução de projetos que pretendem disseminar conceitos básicos sobre a importância social dos tributos. Para ela, a premiação também estimula a cobrança pelo retorno de políticas públicas para o conjunto da sociedade. “A pessoa conscientizada tem uma compreensão diferente da história e de seu papel. Recusa acomodar-se, mobiliza-se, organiza-se para mudar o mundo”, concluiu Rai citando um trecho do escritor Paulo Freire.

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