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Deputados e senadores investigados no STF – Santa Catarina

Santa Catarina


Deputados:


Décio Lima (PT): Investigado nos inquéritos 2851 e 4457, por improbidade administrativa, crimes contra a Lei de Licitações e falsidade ideológica eleitoral. Delatores da Odebrecht na Lava Jato afirmam que o deputado pediu R$ 500 mil para abastecer o caixa dois de sua esposa, a deputada estadual Ana Paula Lima, na disputa à prefeitura de Blumenau, em 2012. Décio afirma que a verdade prevalecerá e a Justiça será feita.

João Paulo Kleinubing (PSD): Inquéritos 4106, 4103, 4101 e 4275, por crimes de responsabilidade, contra a Lei de Licitações, contra a ordem tributária e de responsabilidade.

Marco Tebaldi (PSDB): O ex-prefeito de Joinville responde aos inquéritos 3904 e 3073, por desacato e crimes de responsabilidade. O deputado afirmou ao Congresso em Foco que ”está se defendendo conforme a lei, tendo a convicção de sua inocência e consequente absolvição”.

Ronaldo Benedet (PMDB): Alvo dos inquéritos 3939 e 4214, por crimes eleitorais.

 

Senadores


Dalírio Beber (PSDB)

Inquérito 4408. Na delação da Odebrecht, aparece como suspeito de intermediar um pagamento de R$ 500 mil em 2012 à campanha a prefeito do também tucano Napoleão Bernardes. Suas explicações:

“Recebo com surpresa a inserção do meu nome no rol dos investigados. Não tive, até o presente momento, qualquer acesso ao processo para conhecer o conteúdo do que me é atribuído. Rechaço com veemência toda e qualquer denúncia de prática de ilícitos. Estou indignado, mas absolutamente tranquilo, pois minha consciência em nada me acusa. Digo à sociedade brasileira, em especial, aos catarinenses, que sempre confiaram em mim, que espero que rapidamente a verdade seja restabelecida. Neste momento, coloco-me inteiramente à disposição da Justiça.”

Dário Berger (PMDB)

Responde a um inquérito e cinco ações penais. No inquérito 3927, é investigado por crimes contra a Lei de Licitações, suspeito de ter burlado a legislação ao contratar sem concorrência pública empresa para instalar e operar radares quando era prefeito de Florianópolis. Também é alvo das ações penais 938, 943, 1010, 1011 e 1012 por crimes de responsabilidade e contra a Lei de Licitações, formação de quadrilha e crimes contra a paz pública.

“Em ambos os casos o senador está convicto de que os inquéritos não ultrapassarão esta fase. Já apresentou suas explicações a respeito das investigações e aguarda com tranquilidade o arquivamento dos mesmos”, afirma sua assessoria.

 

-------------- OUTROS ESTADOS ------------