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Deputados e senadores investigados no STF – Piauí

Piauí


Deputados:


Assis Carvalho (PT): Responde aos inquéritos 3103, por apropriação indébita previdenciária.

Heráclito Fortes (PSB): Investigado no inquérito 4453, por falsidade ideológica eleitoral. Delatores da Odebrecht na Lava Jato afirmam que o deputado recebeu R$ 200 mil da empreiteira, via caixa dois, para sua campanha ao Senado em 2010, quando não conseguiu se reeleger.

Iracema Portella (PP): Investigada no inquérito 3910, por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e tráfico de influência.

Maia Filho (PP): Responde ao inquérito 4239, por lavagem de dinheiro. O deputado alega que a Polícia Federal do Piauí concluiu que não houve crime, mas o Ministério Público pediu novas diligências, o que levou a investigação para o STF, em razão do foro privilegiado.

Leia a íntegra do posicionamento do parlamentar sobre a investigação:

“Em resposta à solicitação de manifestação a cerca do Inquérito nº 4.239 que tramita no Supremo Tribunal Federal – STF, venho informar que esse já havia sido concluído pelo departamento de Polícia Federal do Piauí, deixando consignado que não restou demonstrada a ocorrência das ilicitudes por parte dos investigados, não havendo clara indicação de de ilicitude (fl. 28 dos autos). Contudo, ao assumir o mandato de Deputado Federal, com a mudança de instância, devido ao Foro Privilegiado, o autos foram remetidos ao Ministério Público Federal que entendeu por solicitar novas diligências, manifestando-se de forma contrária ao relatório da autoridade policial.”

Paes Landim (PTB): Inquérito 4439, solicitado pela PGR com base nas delações da Odebrecht. O deputado é suspeito de receber R$ 100 mil, em caixa dois, para a campanha de 2010. O relator, Edson Fachin, pediu à PGR que se manifeste sobre a eventual prescrição dos crimes atribuídos ao deputado. A Procuradoria-Geral da República não havia se pronunciado até o fechamento desta edição.

 

Senadores


Ciro Nogueira (PP)

Presidente nacional do PP, responde ao inquérito 3989, da Operação Lava Jato, pelos crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção passiva. O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa citou Ciro como responsável pela indicação da distribuição dos repasses a políticos do PP após a morte do ex-deputado José Janene. Ainda é investigado nos inquéritos 3910 e 4074 por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e tráfico de influência. No primeiro caso, Ciro e sua esposa, a deputada Iracema Portella (PP-PI), são suspeitos de usar notas frias no aluguel de veículos de uma locadora pertencente a um deputado estadual, de quem o casal é amigo.

Nem o senador nem a sua assessoria atenderam aos pedidos de esclarecimentos feitos pela reportagem.

 

 

-------------- OUTROS ESTADOS ------------