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Deputados e senadores investigados no STF – Mato Grosso

Mato Grosso


Deputados:


Adilton Sachetti (PSB): Réu na ação penal 947 e investigado nos inquéritos 4210 e 4310, por crimes de responsabilidade.

Carlos Bezerra (PMDB): Responde à ação penal 520 por crimes contra a administração geral, contra a Lei de Licitações e peculato. Acusado de participar de um esquema que, segundo o Ministério Público, desviou mais de R$ 100 milhões do INSS, quando ele presidia o órgão, em 2004.

Ezequiel Fonseca (PP): Inquéritos 4249 e 4297 e ação penal 941, por corrupção eleitoral, lavagem de dinheiro, peculato e crimes da Lei de Licitações. O deputado alega que a PGR já se manifestou pela absolvição dele no processo. Diz que aguarda para ser ouvido nos dois inquéritos

Leia a íntegra da resposta do deputado

“A ação penal está em fase de conclusão. O relator do processo era o ministro Teori Zavascki e o ministro Celso de Mello o revisor. A Procuradoria-Geral da República já tinha se manifestado pela absolvição do deputado. Com esse parecer do procurador, o deputado espera que seja absolvido.

Já nos outros dois inquéritos, foi citado o nome dele e o deputado ainda aguarda ser intimado para ser ouvido.

No inquérito 4249, o ministro relator e o Marco Aurélio. Neste caso, o deputado foi notificado sobre esclarecimentos de uma denúncia anônima que diz que o deputado teria feito promessa em troca de voto. O inquérito já havia sido opinado pelo delegado da Polícia Federal no sentido de que fosse arquivado. No entanto, nesse meio tempo, foi deslocado para o STF.  A defesa encaminhou uma manifestação e aguarda os tramites seguintes”.

Nilson Leitão (PSDB): Coordenador da bancada ruralista, é alvo de seis inquéritos (3711, 3632, 3631, 3630, 3629 e 3492), por corrupção passiva e crimes contra Lei de Licitações. O primeiro caso está relacionado à Operação Navalha, que revelou esquema de corrupção entre a empreiteira Gautama e administradores públicos. Na época, era prefeito de Sinop e chegou a ser preso preventivamente por três dias.

Valtenir Pereira (PMDB): Inquérito 3653, por crime contra Lei de Licitações.

Mato Grosso do Sul

Carlos Marun (PMDB): Inquérito 4247, por injúria, difamação e calúnia, movido pelo Ministério Público.

Geraldo Resende (PSDB): Inquérito 3352, por corrupção passiva.

Mandetta (DEM): Inquérito 3949, por tráfico de influência e crimes da Lei de Licitações.

Vander Loubet (PT): É investigado em quatro inquéritos (3990, 3423, 2863 e 4417), por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, peculato, crimes contra a ordem tributária e falsidade ideológica eleitoral. No primeiro caso, em março, o STF aceitou denúncia contra o deputado por formação de quadrilha, acusado de receber R$ 1 milhão do esquema de corrupção na BR Distribuidora, entre 2012 e 2014. Na delação da Odebrecht, ele é citado como beneficiário de R$ 50 mil em recursos não contabilizados na campanha de 2010.

Zeca Do PT (PT): Tio de Vander Loubet, o ex-governador responde aos inquéritos 4182 e 4447, por corrupção, lavagem de dinheiro e peculato. O segundo caso foi aberto com base nas delações da Odebrecht na Lava Jato. É suspeito de ter recebido R$ 400 mil da empreiteira para a campanha petista ao governo de 2006. De acordo com a delação, os valores foram repassados ao ex-senador Delcídio do Amaral, candidato do partido ao governo estadual, após Zeca desistir de disputar a eleição. O deputado alega que há um erro crasso na acusação: “Fui eleito governador em 1998 e reeleito em 2002. Portanto, em 2006, estava impedido de ser candidato a governador e não disputei nenhum cargo naquela eleição”.

 

Senadores

 

Cidinho Santos (PR)

É réu na ação penal 991, por crime de responsabilidade.

Blairo Maggi (PP) – Licenciado

O atual ministro da Agricultura é alvo do inquérito 4447, aberto com base nas delações premiadas de executivos da Odebrecht. É suspeito de receber ilicitamente R$ 12 milhões em sua campanha ao governo de Mato Grosso, em 2006. Blairo nega ter recebido doações da Odebrecht para campanhas eleitorais. Eis a íntegra da nota por ele encaminhada:

“Com relação ao inquérito em tramitação no STF (Supremo Tribunal Federal), resultado da delação de diretores da Construtora Odebrecht, mais precisamente do senhor Pedro Leão, reitero tudo que venho afirmando desde que meu nome foi citado nessa investigação:

1. Não recebi doações da Odebrecht para minhas campanhas eleitorais.

2. Não tenho ou tive qualquer relação com a empresa ou os seus dirigentes e nem autorizei quem quer que seja a fazer qualquer tipo de pedido em meu nome.

3. Estou aguardando com serenidade o andamento das investigações, tendo plena convicção de que minha inocência será demonstrada ainda durante o inquérito.

4. Tenho minha consciência tranquila de que nada fiz de errado.”

Wellington Fagundes (PR)

Responde ao inquérito 2340, que tramita no STF desde julho de 2006. Diz que aguarda o arquivamento da investigação. Seguem as explicações de sua assessoria:

Em atenção à solicitação desse veículo de comunicação, informo que o senador Wellington Fagundes, líder do Partido da República no Senado, aguarda a decisão pelo arquivamento do citado procedimento apuratório, visto que não se confirmou – como já era esperado desde o início – qualquer envolvimento de sua parte na questão investigada. Como integrante da Frente Parlamentar pelo Aperfeiçoamento do Judiciário, lamenta que situações como essa – em que não há absolutamente qualquer suposta prática criminosa – perdurem tanto tempo para um desfecho, causando prejuízos à imagem parlamentar.”

 

 

-------------- OUTROS ESTADOS ------------