Stédile não assinou CPI mista porque estava em licença-paternidade

Em nota, o deputado gaúcho explica que havia sido antes o segundo a assinar o pedido de criação da CPI, quando a ideia era realizá-la apenas na Câmara

O deputado José Stédile (PSB-RS) enviou nota ao Congresso em Foco hoje (18), em que esclarece por que não assinou o pedido de criação da CPI mista do Cachoeira. Segundo ele, na semana em que circulou o requerimento para a criação da CPI mista, ele estava em licença-paternidade. O deputado acaba de ter uma filha, de nome Ana Clara.

Antes da decisão de criar uma CPI mista, já havia um pedido de criação de uma comissão de inquérito apenas na Câmara dos Deputados. Stédile afirma que, nesse primeiro pedido de CPI, sua assinatura de apoio era a segunda.

Leia a íntegra da nota:

“O Deputado Federal José Stédile (PSB/RS) foi o segundo parlamentar a assinar a CPI de Cachoeira quando ela não unia as duas Casas (Senado e Câmara dos Deputados). Na semana em que foi lançado o requerimento de criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) estava em licença-paternidade.

Para o deputado José Stédile, a CPMI será de suma importância para investigar a corrupção no país, por isso foi um dos primeiros a assinar o pedido de CPI na Câmara. "Eu espero que as denúncias sejam averiguadas com profundidade. Segundo as informações, a quadrilha tem ramificações em quatro estados, Paraná, Rio de Janeiro, Brasília e Goiás", afirmou.”

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