Lobby no Congresso e na Anvisa prolonga uso no Brasil de agrotóxico proibido em 55 países

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Comentários (4)
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  • Magda ferreira santos

    DEPOIS QUE A RAINHA DO VENENO ASSUMIU A TENDÊNCIA É QUE A TERRA SUCUMBA ÀS SUAS RECOMENDAÇÕES BRUXÓLICAS

  • Antonio Machado Antonio

    Acredito que o Efraim, o Nishimori e o Heinze devem reforçar os pedidos de liberação do produto. Para isso devem demonstrar a eficácia e também que não causa danos para a saúde.
    Nada melhor que eles tomarem um gole do produto “in natura” na tribuna. Assim, até eu vou acreditar no produto.

  • João Gruber

    A saúde pública deve vir sem pre em primeiro lugar, sem dúvida. Mas todo remédio tem sua dose correta para que surta os pretensos efeitos e, acima da dose, torna-se também um veneno. Desconheço os estudos científicos sobre o Paraquat ou outro defensivo agrícolas, mas para que chegasse a causar tanta doença em um ser humano, sem dúvida não houve cuidado nem utilização de EPI para seu manuseio e devem ter sido utilizadas superdoses do produto, sem acompanhamento agronômico. O comentário do Sr. Felix é muito interessante…por que hoje somos quase o primeiro exportador de soja no mundo, mesmo usando o Paraquat até hoje ??? Será mesmo que nossos produtos estão contaminados ? Será uma regra que “todos” os trabalhadores que manuseiam o produto estão com problemas de saúde e, não são feitos exames periódicos para constatar algum tipo de contaminação ? Creio que são pontos a ponderar e debater.

  • Felix

    O que os compradores dos produtos no exterior acham disso?