Crise global pressiona governo a dialogar com o Congresso por reformas

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Comentários (6)
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  • Ernesto Freire Pichler

    Felizmente temos um Congresso que, ainda que esteja cheio de oportunistas que foram eleitos na onda da indústria falsificadora bilionária do antipetismo, consegue barrar as loucuras maiores desse executivo fascistoide. Acabaram com a proposta do Tchuchuca, de capitalização sem contribuição patronal, por exemplo. Acabaram com a pretensão “diplomática” do fritador de hamburguer. Acabaram com a proposta do Moron de “excludência de ilicitude”, na realidade excludência da criminalidade, liberando o assassinato até de inocentes, desde que cometido por fardados. Enfim, o Congresso é péssimo, mas mil vezes melhor que o executivo do miliciano.

    • Marisa Gallinari

      Exato!

  • Valdir

    Não compartilho que a crise global pressiona o governo a dialogar com o Congresso. Vejo de outra maneira. A crise global, somada à convocação de manifestações para o dia 15/03 (EU VOU), pressionam o Congresso a mudar sua postura de “chantagista” e enfim cumprirem com suas obrigações, votando as propostas do governo Bolsonaro, pois até agora só fizeram “chantagens”. Tanto que haviam anunciado que as Reformas Administrativa e Tributárias, dificilmente seriam votadas esse ano de eleição, e agora estão se contradizendo, afirmando que serão celeres, mas que o executivo tem que envià-las ao Congresso.
    Isso será feito semana que vem, conforme afirmação do Paulo Guedes. Certamente o executivo quer sentir o apoio da população no dia 15/03 (#15/03EUVOU)!