Fórum aprova propostas de mudanças radicais na gestão do Estado e na economia para enfrentar a crise

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Comentários (18)
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  • Bereci Rocha

    Acredito que as mudanças em um País acontecem pelo amadurecimento do seu povo e não pelas autoridades dirigentes. O brasileiro não é um político por vocação, mas sim um político pelos seus interesses individuais imediatos. Os políticos eleitos são frutos do pensamento de uma maioria e em assim sendo não há a possibilidade de anjos serem comandados por demônios. A imprensa de um modo geral é por demais tolerante com a indiferença popular e rigorosa na transferência das tarefas de cada indivíduo para o governo. Jamais haverá governo bom com povo ruim, pois é este que determina a evolução do seu país. O brasileiro precisa amar e respeitar o que é seu, caso contrário viverá fazendo apologia de outros povos e eternamente se diminuindo perante eles. Urge que se reintegre a família, pois é dela que o indivíduo recebe os princípios básicos da educação. A escola se encarrega da instrução (escolaridade). Não acredito em evolução sem que a família e a escola caminhem na mesma direção e integradas nos mesmos objetivos. O Brasil encontrará seu verdadeiro caminho somente quando cada brasileiro fizer sua parte e deixar de transferir responsabilidades a terceiros. Não há pensamento único e todos precisam aprender a conviver com a divergência. Chega de tanto ódio e de tanto deslumbramento pela riqueza material. Quando cada cidadão proceder corretamente dentro do seu meio de ação o Brasil estará encontrando o seu verdadeiro caminho. Sem a evolução do povo nada se conseguirá. Bereci da Rocha Macedo

  • jose carlos salvagni

    Cumprimentos pela iniciativa de juntar entidades de prestígio para refletir sobre a qualidade, as mudanças necessárias e os rumos da gestão pública deste país. Gestão que é um caos de alto a baixo, caos assentado na incapacidade e na falta de vontade de separar Público e Privado e de se tratar a todos – de fato – como iguais perante a lei. Os Três Poderes nem têm sido independentes, muito menos harmônicos entre si em favor de soluções para o Brasil. Cada um chuta como bem entende, e danem-se a segurança pública, as finanças públicas, o sistema prisional em cacos, a violência, a saúde, a educação etc. Que o Congresso em Foco prossiga nesta EXCELENTE toada!
    José Carlos Salvagni

  • Anisio Augusto

    Reforma política? Que tal começar pelo fim dos políticos profissionais?

  • Rodrigo Chia

    Salve, Sylvio. Parabéns pelo evento. Uma proposta ambiciosa, com as dificuldades naturais, mas que chegou a um resultado bastante positivo a meu ver.
    Rodrigo Chia

  • MARCELO FERNANDES NETO

    NAO LI UMA LINHA DESSA M… SO QUERO SABER QUEM ESTA BANCANDO TODOS ESSES ADVOGADOS CAROS… PETROBRAS TB?

  • Hilton Fraboni

    Superficial. Como sempre.
    A sociedade tem que aprender a dizer “curto e reto” o que quer e exigir dos seus servidores que cumpram e não apegar-se ao plano secundário.
    Reforma politico-partidária, simplificação e padronização das campanhas, estado mínimo, fim dos privilégios, igualdade perante as leis, reforma educacional con a federalização dos ensinos básico e médios com a terceirização do ensino superior. Reformas tributária, trabalhista, previdenciária e administrativa.

  • Carneiro

    Deveria acabar com a votação proporcional de deputados, é um contrassenso que nem sempre os mais votados não sejam eleitos, não havendo identificação direta entre eleitos e eleitores.

    Além do que, a Câmara dos Deputados é a representação do povo e é, justamente, a que menos identifica o povo. É uma reunião de figuras pitorescas!

    Já o Senado que representa as unidades federativas é por voto majoritário, vai entender!

    A saída da crise não poderá ser pelo neoliberalismo, não deu certo há 20 anos atrás, nem dará certo novamente, veja o resultado das economias italiana, portuguesa, espanhola e grega com a adoção da “austeridade”, é um fracasso declarado.

  • 13582196

    Lixo, os esquerdistas não conseguem esconder suas esquerdices.

    • Sylvio Costa

      Exatamente, 13582196. Os esquerdistas, por exemplo, do PP, do PTB, do Solidariedade, do DEM e do PSDB, que foram alguns dos partidos que lá estavam representados por meio de parlamentares. Sem falar dos não parlamentares presentes, que possuíam as mais diferentes filiações ideológicas… Veja a lista dos participantes – http://bit.ly/29P6uyY. Abraço e um bom final de semana

      • 13582196

        Até parece que o texto saiu de uma convenção do PT! kkkk
        90% de esquerda, putz, democrático?

  • Maria Gomes

    O que fazer é fácil. Quero saber o como fazer tudo é cada um destes itens.

    • Martim Berto Fuchs

      É exatamente esta a questão. O “como” fazer eles nem debateram, pois aí teria que mexer nos privilégios de todos presentes. Pariram um rato.

      • Sylvio Costa

        Martim e Maria, sejamos razoáveis. Um dia de discussão, entre pessoas que pensam tão diferente (http://bit.ly/29P6uyY)), trazia o risco de não levar a lugar nenhum. O “como” talvez seja tarefa para novos debates, inclusive por este canal. Abraço e obrigado pela participação. Sylvio Costa, fundador do Congresso em Foco

  • Martim Berto Fuchs

    Pariram um rato. Mudar para que nada mude, apenas aparar algumas arestas. A velha fórmula: algumas mexidas nas consequências, nos efeitos e deixar as causas intactas. Esperava mais, MUITO mais. Decepcionante.
    O que está escrito acima já vem sendo comentado desde que eu tenho lembrança. A Corte e seus três grupos, de vez em quando fazem alguma leizinha nova, mudam alguma outra, entregam algum comparsa às feras, e continuam preparando seus filhos para sucedê-los, e aos filhos dos outros brasileiros, não participantes da elite, mentem e enganam covardemente, para que nada mude, para que tudo continue igual, para que um país inteiro trabalhe para sustentá-los.
    Não será com essa embromação descrita acima que sairemos do atraso que nos caracteriza e da condição servil que temos com outros países. Pelo contrário, depois de portugueses, ingleses e americanos, o próximo a nos comer o rabo serão os chineses, que aliás, já começaram. Não porque eles queiram, mas porque nós pedimos.
    Nossos Três podres Poderes não podem ver dinheiro na mão dos outros, que logo vamos sentar no seu colo e pedir emprestado.
    Claro, sem nenhuma intenção de devolver o empréstimo, pois este nossos “governantes” e seus comparsas dilapidam e ROUBAM, mas sim, entregar para eles bens em pagamento, bens do país e dos outros empresários privados fora da Corte, então falidos, e sempre a valor aviltado.
    Criaram mais uma carta de intenções. Apenas isso.

    • Sylvio Costa

      Martim, o texto aprovado foi um texto de consenso, produzido por um fórum extremamente heterogêneo (http://bit.ly/29P6uyY). Natural que, em vários casos, o produto final sejam princípios, intenções ou mesmo coisas tidas como óbvias. Aliás, cá para nós, o óbvio – como a defesa dos valores democráticos, da tolerância e do respeito à divergência – tem ficado muitas vezes fica de fora dos nossos debates políticos atuais, não é mesmo?

      Nem por isso, creio, as mudanças propostas podem ser subestimadas. Imagine o país que teríamos se a gestão pública fosse profissional, a corrupção fosse radicalmente reduzida, houvesse transparência de fato nas ações do Estado e tivéssemos uma reforma tributária que permitisse concentrar a tributação na renda e não no consumo? E esses são apenas alguns exemplos dos caminhos sugeridos.

      De todo modo, se nada disso faz nenhum sentido para você, fique à vontade para reunir suas sugestões em um texto e encaminhá-lo para sylvio@congressoemfoco.com.br. Teremos prazer em publicar a sua visão no site, na seção Fórum (http://congressoemfoco.uol.com.br/category/opiniao/forum/).

      Cordialmente,
      Sylvio Costa, fundador do Congresso em Foco

      • Martim Berto Fuchs

        1.Em primeiro lugar, parabéns pelo site. Não é porque achei as conclusões insuficientes para não dizer inócuas, que o Congresso em Foco deixa de ter a importância que tem para o debate democrático.
        2.” Fórum aprova propostas de mudanças radicais na gestão do Estado e na economia para enfrentar a crise”
        Se o título da matéria não tivesse sido tão pretensioso, o que a matéria (Conclusões) em si não é, quem sabe de minha parte não recebesse a crítica que mereceu.
        3.Remeti em 06.07.2016 para o email: diálogos@congressoemfoco.com.br, minha proposta de Capitalismo Social, esta sim radical, mas que eleva a democracia ao seu real significado, porém não obtive nem confirmação de recebimento.
        Cordialmente,
        Martim Berto Fuchs, autor do projeto Capitalismo Social:
        http://capitalismo-social.blogspot.com.br/2016/02/61-passos-para-implantacao-do-ante.html