É preciso distinguir verba indenizatória de remuneração de magistrados, defende AMB

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Comentários (3)
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  • O ELEFANTE NA SALA

    O tema da remuneração no serviço público é tudo de calamitoso: espolia o contribuinte, empulha a cidadania e sacaneia os bons servidores concursados e aplicados. Este é o mais grave e repugnante problema da república (com minúscula), que deverá fazer afundar todos os governos que se portarem como demissionários cagões, sejam de esquerda, direita, centro, autoritários ou liberais. A mais calamitosa mazela da constituinte de 1987/88, além de criar uma superaristocracia caríssima dentro da aristocracia corporativa autoindulgente, ainda aprisionou a opinião pública e seus fabricantes dentro de uma camisa-de-força autorrepressiva, cega, surda e muda ante esse tabu-flagelo nacional. Por último, mas não secundário: se nada for feito a tempo, a maioria silenciosa vai uma vez mais embarcar, com carradas de razão, numa aventura messiânica tipo ‘caçador de marajás’. ET: quem achar que é exagero e paranoia, que pare de ver abobrinhas na TV e redes sociais e se habitue a decifrar os dados assombrosos da ‘transparência’ governamental na internet.

  • Walldemar Sobrinho

    Salário bruto de um médico emergencista num hospital federal (carga horária de 40 horas semanais) = R$ 6.335, líquido = R$ 3.980. Não tem plano de carreira. Não tem qualquer ajuda de custo de qualquer natureza. Não tem plano de saúde. Não tem “verbas indenizatórias”. Estou falando isso apenas para termos uma referência de rendimentos de profissionais do serviço público.

    • Valdir

      Em compensação, vai ver, o carinha que trabalha no STF só para colocar a toga no ministro e puxar-lhe a cadeira, deve ter um salário por volta de uns R$ 22 mil……
      E agora ficou pior porque as decisões do STF não valem mais nada. Quem dá a sentença final é o legislativo.
      Brasil meu amigo!