Temer deve decidir ‘lá na frente’ se veta aumento a ministros do Supremo

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Comentários (2)
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  • Nestor Oliveira

    O governo atual sofre um processo de apagão intelectual e moral, mas mantém algum relance de prudência.
    A companha contra o reajuste é sórdida, mentirosa e desonesta, por três aspectos pelo menos.
    Primeira desonestidade: o aumento mensal máximo do subsídio é bem inferior ao valor resultante da correção monetária do período e o valor líquido do acréscimo mensal (em torno de R-3.960) inferior ao valor do auxílio-moradia que se promete suprimir.
    É, portanto, desonesta a estimativa de aumento de gasto da União apresentada pela grande imprensa ao público menos informado. A diferença entre o “gasto” bruto demonizado e o líquido, traduzida no imposto de renda na fonte e na contribuição previdenciária, fica nos cofres da União e dos estados.
    Segundo, a tão sacralizada – para alguns efeitos interesseiros – Constituição Federal garante, em seu art. 37, X, a revisão anual dos vencimentos e subsídios. O último reajuste do subsídio foi em janeiro de 2015.
    Terceira desonestidade: a proposta de fixação do subsídio é competência expressa do STF. Apresentada a proposta, não podem os demais poderes engavetar a proposta por mero medo dos meios da comunicação ou da moralina fingida de jornalista que foi funcionário-fantasma. A rejeição ou sustação deve ser justificada na esfera pública, mediante argumentos racionais e informações transparentes e fidedignas.
    Em suma, laboram em equívoco, se não no mais rotundo autoengano, aqueles que esperam de Temer a satisfação heróica de seus anelos inconfessáveis.

  • ALMANAKUT BRASIL

    Vetar é a melhor maneira de ir para a cadeia com dignidade, a partir de 2019!