Um deputado federal e pastor evangélico fez um chamado no mês de julho de 2012 a todas as denominações evangélicas do Brasil para que se unam contra a criminalização da homofobia e criticou as decisões do Supremo Tribunal Federal “de esquerda” a favor de “tudo que não presta”, incluída aí a “união estável homoafetiva”.
O pastor está longe de ser o único a fazer manifestações públicas dessa natureza: basta fazer uma busca em alguns sites fundamentalistas na internet, assistir a determinados programas de televisão e ouvir discursos proferidos por certos parlamentares evangélicos.
Fico me perguntando por que tanto desprezo, tanto ódio, tanta agressão, tanto amedrontamento infundado dos fiéis, tanto anúncio da “catástrofe” por vir que representaria a proteção jurídica dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), e tanta perseguição até contra pessoas que não são LGBT, mas que têm manifestado seu apoio à causa da diversidade, vide alguns ataques que já se iniciaram nestas eleições. Onde está o espírito do cristianismo exemplificado e pregado pelo próprio Cristo? O que aconteceu com o mandamento pregado por ele: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”?
A homofobia é pecado, assim como o racismo. Vejam, por analogia, o relato de Tiago: “Todavia, se estais cumprindo a lei real segundo a escritura de amar ao teu próximo como a ti mesmo, fazeis bem. Mas se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, sendo por isso condenados pela lei como transgressores”. E também em Atos: “Então Pedro, tomando a palavra, disse: ‘Na verdade, reconheço que Deus não faz acepção de pessoas’”. Mesmo que fôssemos utilizar argumentos de livros sagrados, o que não é o caso, está havendo – sim – acepção da comunidade LGBT.
Querer marginalizar segmentos da sociedade em nome de uma suposta verdade é uma prática perigosa, e também um erro no sentido original da palavra pecar (errar o alvo). A esse respeito é impossível não fazer um paralelo com o extermínio nazista de todas as pessoas que – segundo o dogma deles – também “não prestavam”. O resultado disso foi o holocausto. O paralelo também se espelha em seguir de modo incondicional, cegamente e sem senso crítico, as pregações dos líderes fundamentalistas, até se chegar ao caos irreversível, o verdadeiro inferno na terra: o holocausto, no caso do regime nazista; a intolerância e barbárie no caso do islamismo fundamentalista, por exemplo. Seria imperdoável a religião – no caso, o fundamentalismo evangélico no Brasil – errar mais uma vez.
Os protestantes/evangélicos já sofreram muito no Brasil e em outros países católicos, chegando a ser uma minoria perseguida. Por que então perseguir outra minoria por causa de sua condição sexual? Não se aprendeu nada da triste lição de ser objeto de preconceito, discriminação e até de morte por serem “hereges”, ou terem uma religião diferente da predominante? E é assim que as pessoas LGBT sofrem hoje por terem uma sexualidade diferente da convencionalmente aceita. Apenas como exemplo, na semana passada publicaram-se os resultados de mais uma pesquisa que apontou que 70% dos gays de São Paulo já sofreram agressão, verbal, física ou sexual.
Temos plena consciência de que é um erro generalizar e sabemos – de primeira mão – que há muitas pessoas evangélicas que não seguem essas posições fundamentalistas homofóbicas e, sim, procuram respeitar a todos na profissão e no exercício de sua fé.
Um exemplo é o bispo negro sul-africano Desmond Tutu, da igreja anglicana, ganhador do Prêmio Nobel da Paz, que tem se posicionado inúmeras vezes contra a prática de fazer acepção às pessoas LGBT: “Discriminar nossas irmãs e nossos irmãos que são lésbicas ou gays por motivo de sua orientação sexual é para mim tão totalmente inaceitável e injusto quanto o apartheid… Opor-se ao apartheid foi uma questão de justiça. Opor-se à discriminação contra as mulheres é uma questão de justiça. Opor-se à discriminação por orientação sexual é uma questão de justiça. É improvável que o Jesus a quem louvo colabore com aqueles que vilipendiam e perseguem uma minoria que já é oprimida” (tradução minha, fonte).
Não queremos uma guerra santa ou uma guerra arco-íris, muito menos criar e impor uma “ditadura gay” ou um “império gay”. Não! Absolutamente! Não queremos ser excluídos das famílias e nem destruí-las, como se alega. Queremos ter a nossa vivência e construir a nossa família da nossa forma, em coexistência pacífica e harmoniosa com as já estabelecidas. A diversidade existe e isso há de ser reconhecido e respeitado. Uma sociedade se faz com toda a diversidade: “Quase sempre minorias criativas e dedicadas tornam o mundo melhor” (Martin Luther King). Não se deve discriminar ninguém, sejam tais parcelas sociais representativas de 0,25%, 25% ou 90% da população. Respeitar as minorias é dever de todos, como já diz o grande pacifista Gandhi: “Uma civilização é julgada pelo tratamento que dispensa às minorias”.
Também há muitas pessoas LGBT que são cristãs e para as quais é dolorido serem tachadas de pecadoras e desviantes dentro do seio das igrejas, ao ponto de se sentirem excluídas e desistirem de frequentá-las. Nesse sentido, gostaria de citar o primeiro ministro do Reino Unido, David Cameron (Partido Conservador) em pronunciamento recente: “Eu sei que isso é muito complicado e difícil para todas as igrejas, mas acredito fortemente que as instituições devem redescobrir a questão da igualdade e as igrejas não devem ser oposição a pessoas que são gays, bissexuais ou a transgêneros, que também podem ser membros plenos das igrejas, assim como muitas pessoas com visões cristãs profundamente enraizadas são homossexuais”.
A igualdade é uma das questões no cerne desse debate. O Brasil é um Estado laico – não há nenhuma religião oficial, as manifestações religiosas são respeitadas, mas não devem interferir nas decisões governamentais – e o país é regido por uma lei magna, a nossa Constituição Federal. A Constituição garante que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, e que não haverá discriminação. Por isso as proposições legislativas que visem a restringir nossos direitos se veem derrotadas uma a uma.
No caso da população LGBT no Brasil, ainda não temos igualdade de direitos em todos os quesitos, e ainda sofremos muita discriminação. Os dados oficiais do governo federal para o ano 2011, obtidos através do módulo LGBT do serviço telefônico Disque-denúncia, revelam que houve 6.809 denúncias de violações de direitos humanos de pessoas LGBT, representando 18,6 violações por dia. As violências mais denunciadas são as de ordem psicológica (42,5%), por discriminação (22,3%) e a violência física (15,9%).
Esse quadro, que inclui também o elevado número de assassinatos, se repete todos os anos no Brasil. Apesar disso, o Congresso Nacional tem sido omisso e em 11 anos não aprovou nenhuma proposição em resposta a essa situação. A omissão é mais um sinal de desrespeito aos preceitos constitucionais da igualdade, da não discriminação, da dignidade humana, entre outros e, acima de tudo, um sinal claro do desrespeito e da indiferença quanto à situação vivida pela população LGBT. Diante disso, não podemos mais ficar de braços cruzados e aceitar o descaso. Buscamos junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) a possibilidade do reconhecimento de nosso direito à proteção jurídica contra a violência e a discriminação homofóbica, como já existe em 58 países.
Isso não é uma ameaça à liberdade de expressão, e nem à liberdade de crença. A nossa iniciativa não é um ataque frontal voltado para as igrejas. Defendemos intransigentemente essas liberdades, contanto que não sejam utilizadas como salvo-conduto para ataques à nossa cidadania, e nos defenderemos com todas as armas políticas e jurídicas disponíveis – incluídos aí o Ministério Público e o Judiciário, sempre.
O mandado de injunção apresentado ao STF é uma tentativa de reverter o comprovado quadro de violência e discriminação que nós, cidadãs e cidadãos LGBT brasileiros, vivenciamos nos mais diversos campos, mas que – ao contrário do racismo, por exemplo – não é punido por legislação específica, de modo a incentivar e perpetuar a impunidade de quem pratica esses crimes.
A decisão de 5 de maio de 2011 do STF em reconhecer a união estável homoafetiva foi uma afirmação da soberania da Constituição em nosso país e da indivisibilidade da igualdade dos direitos. Isso quer dizer que não há mais direitos para alguns setores da sociedade e menos para outros, mas que os direitos são iguais, ou pelo menos deveriam ser, no dia a dia da sociedade brasileira. Enquanto o Legislativo federal persiste em não reconhecer isso, a mais alta instância do Judiciário foi firme e unânime em fazer valer os preceitos constitucionais indiscriminadamente. Que o mesmo exemplo seja dado em relação à criminalização da homofobia.
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Atualizada em: 02/03/2013 ás 22:25






Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos.
E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;
Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.
Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
Romanos 1:21-27
Caro Valdemir ao meu ponto de vista você leu e não entendeu, todo respeito a tua postura, mas todo respeito a postura dos glbts o que queremos não é viver sob seus dogmas e sim sobre o que diz a constituição federal direitos iguais, citar trechos bíblicos não dá resultados o Estado é Laico, não devemos e muito menos temos obrigação de cumprir o que está escrito nela, embora respeitamos quem o faça, e tem outra pior se é pra falar de bíblia então falemos dela, trecho em que a mesma condena homossexualidade, condena o mentiroso, fornicário, avarento, adultero e segue ma lista enorme, sem querer ofender seria bom ver onde seu pecado aqui se encaixa, afinal pecadores todos somos, e outra meso você errando o alvo a constituição federal lhe garante direitos, estado laico sempre.Não há que privilegiar alguns em detrimento de outros.Tua liberdade, teus direitos terminam onde começam os dos demais.Duas questões distintas Estado e Religião.
Gays evangélicos já está ficando “comum”… mesmo com toda a antagonia e ira do Silas Malafaya. Alguns dissidentes da igreja do Malafaya fundaram a Igreja Contemporânea, que inclusive tá ficando “cheia”. As igrejas “linha dura” são terra fértil para todas esses “desvios”. Os crentes “flex” são as novidades que alguns pastores detestam…mas esta é a realidade atual das igrejas evangélicas.
Gays e evangélicos já está ficando “comum”… mesmo com toda a antagonia e ira do Silas Malafaya. Alguns dissidentes da igreja do Malafaya fundaram a Igreja Contemporânea, que inclusive tá ficando “cheia”. As igrejas “linha dura” são terra fértil para todas esses “desvios”. Os crentes “flex” são as novidades que alguns pastores detestam…mas esta é a realidade atual das igrejas evangélicas. Só o Bolsonaro mesmo para falar claramente o que pensa, ainda que responda alguns processos.
Gays e evangélicos já está ficando “comum”… mesmo com toda a antagonia e ira dos pastores . Alguns dissidentes da igreja destes pastores fundaram a Igreja Contemporânea, que inclusive tá ficando “cheia”. As igrejas “linha dura” são terra fértil para todas essas “novidades”. Os crentes “flex” são as novidades que alguns pastores detestam…mas esta é a realidade atual das igrejas evangélicas. Só o Bolsonaro mesmo para falar claramente o que pensa, ainda que responda alguns processos.
Primeiro precisamos esclarecer que esta guerrinha é muito mais midiática do que de fato, pleo menos de forma generalisada como afirmam. Segundo não ha marginalização do indivíduo e sim do comportamento grupal. Terceiro voces, defensores dessa postura, precisam se dirigir aos ditos cristãos, rotulados de evangélicos, com mais respeito e abominar esta expressão “fundamentalisata” que é tão ou mais preconceituosa do que aquela. Quarto, trasnformar tudo em homofofia é querer criar uma situação de alarmismo e guerra generalizada que não existe.
Podemos chamar um evangélico de fundamentalista e um político de ladrão, mas um negro não pode ser negro nem um gay ser gay…
Respeito gera a paz. Já diziam meus avós, quando um não quer dois não brigam… Enquanto isso os vagabundos vão saqueando a nação e agente fica se arranhando por ideologias burras e sem propósitos.
Olá Tony,
Meu amigo, quem prega a Palavra de Deus não pode perseguir ninguém porque se não todo trabalho dessa pessoa está sendo em vão e ela sabe disso.
O que o pregador da Palavra não pode fazer é no momento do evangelismo, no momento de uma pregação, passar por cima dos trechos bíblicos para agradar quem quer que seja. Isso não pode porque fizer isso também seu trabalho estará sendo em vão.
A Palavra de Deus é verdadeira. “Toda a escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para repreensão, para a correção ”
Ninguém vai mudar o que está escrito. Passe a geração que passar, passem as leis que passarem nos tribunais.
Para o destino do homem após seu último dia aqui nessa terra vale o que está dito na Palavra de Deus. Só.
Acho interessante esse trecho:
Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos por sua manifestação e por seu Reino, eu o exorto: Pregue a Palavra…, pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina” 2Tm.
Concordo plenamente em lembrar a nós evangélicos que fomos por tanto tempo nesse país minoria perseguida, ridicularizada e num passado não tão distante até mortos, penas por professarmos uma fé diferente da maioria.
É inaceitável, ridículo e nada cristão nos comportarmos como nossos antigos perseguidores.
Onde está todo o amor pregado em nossas igrejas? Se perderam na alienação e fundamentalismo?
Seria perfeito se não precísássemos de um (brilhante) texto como este, mas…
O que me assombra e estarrece é não compreender o por que de tanta fúria dos fundamentalistas religiosos contra LGBTs. Este segmento sempre existiu ao longo da história e nem por isso a humanidade deixou de crescer, até mesmo chegando na atual explosão demográfica. Logo, eles têm medo de quê, precisamente? Os grandes impérios não caíram por causa dos homossexuais. O judaísmo, o cristianismo e o islamismo não deixaram de crescer por conta dos gays. As Paradas do Orgulho LGBT não impediram a propagação gigantesca dos templos neopetencostais em nosso país e mundo afora.
Não haveria outra “aflição” com que se preocupar? Esses fundamentalistas não poderiam voltar suas forças para os drogados que estão aí, sofrendo, precisando de piedade, de tratamento, de CURA. As crianças que nascem com aids e são abandonadas pelos pais, também carecem de atenção, de cuidados, de carinho, de remédios. E então???
Olá Osmar, não existe fúria nenhuma contra LGBTS. Existe, uma preocupação com este segmento por parte daqueles que verdadeiramente pregam o evangelho, que entenderam a vontade de Cristo.
É verdade que esse segmento sempre existiu ao longo da história, mas por duas vezes deu sua parcela grande de contribuição,para o dilúvio nos dias de Noé e destruição de Sodoma e Gomorra nos dias de Ló.
Vejam na Biblia :” De modo semelhante a estes, Sodoma e Gomorra e as cidades em redor se entregaram a imoralidade e a relações sexuais antinaturais. Estando sob o castigo do fogo eterno, elas servem de exemplo.
Entendeu porque a preocupação ?
A Biblia afirma que, assim como foi nos dias de Noé e Ló, assim será na vinda do Filho do homem.
Quanto aos drogados, enfermos, abandonados, também nos preocupamos e temos trabalhado para recuperação de muitos viciados..
” E conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará.”
Clamor não falta pelos enfermos.
Osmar, Jesus te ama. Um grande abraço.
Por várias vezes tenho asseverado, que o fato de alguns comportamentos se tornarem comuns, não significa que sejam normais.
A propósito, lembro-me com freqüência, da bela frase insculpida em Atos 11, final do versículo 26: “Em Antioquia, foram os discípulos, pela primeira vez chamados cristãos”. Estou persuadido de que cristãos continue a ser o mais apropriado para os que estiverem dispostos a seguir o Messias, porque os termos evangélicos e crentes estão banalizados, mormente devido aos incautos que, diferentemente dos bereanos, não buscam uma comunhão maior com o Deus da palavra, apesar até de conhecerem a palavra de Deus.
Podemos até não concordar, não compactuar com o comportamento de alguma pessoa, mas amá-la é o imperativo do Cristo que não muda, resumindo o cumprimento da lei no: “Amarás o, teu próximo como a ti mesmo” (Romanos 13:9). Abraços
Deixo apenas uma leitura para aqueles que escreveram ou apoiam o conteudo desse artigo.
Vamos à leitura da palavra de Deus no livro de Genesis 1- 27 e no livro de Apocalipse 22: 18:19.
Tudo o mais que for dito e afirmado é uma total afronta à palavra de Deus, e deve ser condenada por aqueles que realmente obedecem a palavra.
Amar uns aos outros sim, agora concordar com a opção sexual extra à palavra de Deus é outra bem diferente. Podemos ver na carta de Paulo aos Romanos (Rom 1: 24-27) condenando comportamentos homo
1 Corintios 6.10 Não erreis: os devassos, os idólatras, os adúlteros, os efeminados,os sodomitas, os ladrões, os avarentos, os bêbados, os maldizentes, os roubadores herdarão o reino de Deus. Bíblia vamos falar dela.Sem preocupar com contextos, épocas, ocasiões em que foram escritas, mas lembre-se a letra mata.
Antes de mais nada deixando claro que Estamos em um País Laico sem favorecimento ou interferência religiosa em assuntos jurídicos ou ao menos deveria ser.
Gostamos muito deste texto para falar contra gays, os pecadores e nos esquecemos de ver onde nos encaixamos nos demais pecados aqui citados.Quantos avarentos, mentirosos, fornicários, idólatras em nosso meio e no ceio da igreja e por acaso o Estado deixou ou deixa de assegurar a eles direitos fundamentais?Seria muto bom tirar o cisco do lho alheio embora tenhamos uma trave no nosso.Pecado ou não cada qual dará conta diante de Deus. Estado tem obrigação com todos! Constituição Federal que rege o país!
ACREDITO QUE DEUS CONHECE OS SEUS E O DIABO TAMBEM CADA UM LEVARA PARA SUA CASA AQUELES QUE ELE AMA POIS SERES SEMELHANTES SE ATRAEM
Existe um leque muito grande de pecados segundo 1 coríntios 6.10.
Jesus veio para libertar o homem do poder do Diabo e do pecado.Jesus venceu a morte e todo aquele que servir á JESUS ,amando-o,obedecendo sua Palavra, a Bíblia,não provará a 2ºmorte que é o inferno.Deus ama o homem e abomina o pecado.O pecado faz separação entre Deus e o homem.Se o homem quizer passar a eternidade no céu,deve se arrepender de seus pecados,se entregar á Cristo e obedecê-lo até a 2ºvinda de Cristo ou até o final de sua vida.Procure conhecer uma Igreja Evangélica Assembléia de Deus mais próximo de sua casa para aprender mais sobre a Palavra de Deus!Voce será muito bem vindo em nome do Senhor Jesus!Jesus salva,perdoa pecados,transforma a vida do homem,liberta de qualquer vício ou desvio,cura qualquer enfermidade,dá dons imerecíveis(graça),batiza com o Espírito Santo e leva para o céu!Abração!Jesus te ama e eu tb!