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Excelências, acordem!

“Não dá mais, excelências, para fazer na coisa pública o que fazem em sua privada. Hoje contamos com uma sociedade mais aparelhada, com celulares, com redes sociais, com grupos de WhatsApp, com movimentos apartidários”

Estamos atravessando um momento de reengenharia na política do nosso país e algumas excelências ainda não perceberam isso. Não dá mais, excelências, para fazer na coisa pública o que fazem em sua privada. Hoje contamos com uma sociedade mais aparelhada, com celulares, com redes sociais, com grupos de WhatsApp, com movimentos apartidários; enfim, com consciência mais patriótica e com visão de mais longo prazo.

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As instituições de controle e as polícias estão mais vigilantes, mais atuantes, são cobradas, contam com quadros de pessoal mais abnegado e com sede de justiça e muita vontade de fazer a coisa certa para extirpar o joio do trigo, os “malas” do meio dos justos. Banir a cultura patrimonialista para implementar uma administração mais empreendedora, voltada para a qualidade dos processos, para efetividade das políticas públicas e superação das expectativas de sua real excelência, o cidadão, usuário dos serviços públicos e patrão de todos os agentes públicos.

Percebemos que muitos parlamentares ainda insistem na atuação da defesa de seus próprios interesses e de seu grupinho. E aí colocam as mãos sujas, cuecas, meias, bolsas etc, nos recursos públicos que deveriam ser destinados à satisfação do BEM COMUM. Outros não roubam, mas também não fazem nada: nenhum discurso, nenhum projeto, nenhuma ação para melhorar a vida das pessoas deste gigante país. O povo até se questiona o que é pior: o que rouba, mas faz, ou o que não rouba, mas também não faz NADA.

E os homens de bem – que têm talento, conhecimento, valores e princípios éticos, experiência – não entram no Parlamento, porque não sabem mentir, não sabem fazer o jogo sujo da sedução ou da alienação para conquistar votos e serem eleitos. Ou, então, não possuem recursos financeiros para bancar uma campanha.

E ficamos no ciclo vicioso: os homens de bem não entram e os maus não saem. Salve-nos DEUS, no céu, e SÉRGIO MORO aqui na Terra.

 

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Sobre o autor

José Wilson Granjeiro

José Wilson Granjeiro

Bacharel em Administração, professor e palestrante, é autor de 20 livros e criou a escola preparatória de concursos Gran Cursos. Mantém o blog www.professorgranjeiro.com.br Facebook: www.facebook.com/professorgranjeiro.

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