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Trump anuncia proibição de transgêneros no Exército e provoca reação nas redes

Cenas da Semana mostra a reação de personalidades contra mais um anúncio da fábrica de polêmicas Trump. “Segundo levantamento da consultoria americana Rand, no ano passado, a estimativa é que existam 2.500 transgêneros em atividade nas Forças Armadas.” Veja mais destaques

 

Trump anuncia no Twitter a proibição de transgêneros no Exército e provoca reação nas redes

Mais uma vez, o presidente Donald Trump ocupa o centro de polêmica e é alvo de reações nas redes sociais ao anunciar, pelo seu Twitter, que vai proibir pessoas transgêneros de servir nas Forças Armadas. Em três tuítes, Trump simplesmente alegou ter consultado generais e especialistas militares e disse que as Forças Armadas precisam “se concentrar na vitória decisiva e esmagadora e não podem ser sobrecarregadas com os tremendos custos médicos e distúrbios que envolvem os transgêneros”.

A medida, que provocou imediata e forte reação contrária nas redes sociais, seria para atender a pressões de setores ultraconservadores e lobbies religiosos. Segundo levantamento da consultoria americana Rand, no ano passado, a estimativa é que existam 2.500 transgêneros em atividade nas Forças Armadas, num efetivo de 1,3 milhão.

As críticas indignadas nas redes vieram na sequência. Ayla Holdom, a primeira piloto militar transgênero no Reino Unido, uniu-se às reações. “Estima-se que entre 2.500 a 7.000 pessoas transgêneros sirvam no Exército com distinção e agora surge isto não só para prevenir recrutamentos futuros, mas para dizer que estas pessoas já não são bem-vindas e que o trabalho que fazem não é valorizado. Custa-me a acreditar. Tenho muitos amigos no Exército dos Estados Unidos, que servem atualmente ou que serviram no passado. Não posso imaginar como estarão se sentindo neste momento.”

A atriz e apresentadora Ellen DeGeneres também foi firme:

“Devemos agradecer às pessoas que desejam servir, não dar as costas a elas. Proibir pessoas transgêneros é prejudicial, sem fundamento e errado”, tuitou. Também pela mesma rede social a soldado transexual Chelsea Manning acusou Trump de “covardia”, mas que ele não estava só. Já o antigo secretário de Estado da Defesa durante o governo Obama, Ash Carter, afirmou que várias pessoas já serviram o Exército de maneira “capaz e honrada”, e reforçou que “escolher elementos com base em outros critérios que não as capacidades militares é política social e não tem lugar nos Estados Unidos”.

Na esfera da comunicação, o presidente Donald Trump dá sucessivas mostras que descumpre o mais básico manual de boas práticas, cometendo erros que impactam diretamente em sua reputação. As críticas nas redes sociais em tempo real mostram que na sociedade da informação atual não há espaço para erros e os custos são maiores para governantes e autoridades que ignoram preceitos de boa governança. A dinâmica de funcionamento das mídias sociais estimula a reações instantâneas e a debates polarizados.

 

Anúncios com causa geram maior engajamento do público

Anúncios relacionado a causas como empoderamento feminino, ajuda comunitária e sustentabilidade crescem em número, visualizações e engajamento, segundo estudo da empresa Pixability. A empresa, especializada em tecnologia de anúncios em vídeo, fez uma análise dos “anúncios com causa” das 100 melhores marcas globais da Interbrand em 2016 e constatou que, por causa dos tais anúncios, as marcas quadruplicaram seu valor em apenas 5 anos. O empoderamento feminino ganha destaque, representando 24% dos vídeos. O estudo ainda constatou que o número de visualizações dos vídeos com causas foi cerca de 1 milhão a mais, comparados a vídeos sem causa explícita.

 

 

Quem são os usuários do Youtube no Brasil

Todo mundo sabe que o YouTube é a plataforma de vídeos mais acessa do mundo, mas você sabe quem são os usuários da plataforma no Brasil? Com mais de 98 milhões de usuários mensais no Brasil, o Youtube ganhou 35 milhões apenas nos últimos dois anos, segundo o estudo YouTube Insights 2017. Para a Produtora de Marketing do Google, Juliana Simão, um dos motivos para esse “boom” é que o Brasil precisa de uma produção de conteúdo local, por não ser um país de língua inglesa, o que amplia a oferta de conteúdo e sua base de usuários. Os jovens de 18 a 34 anos lideram o ranking de consumo de conteúdo na plataforma e 10% dos consumidores de conteúdo se declaram LGBT+. Por meio da plataforma ainda foi possível gerar dados de hábitos de consumo e definir que 65% dos consumidores de conteúdo de moda pretendem comprar algo, como também afirmar que 68% do total de usuários gostam de ver propagandas, desde que sejam curtas. Seja como plataforma de conteúdo de aprendizado ou espaço para liberdade de expressão, o YouTube revoluciona cada vez mais o mercado do audiovisual, conectando pessoas e se destacando pela sua diversidade e autenticidade dos seus usuários.

 

 

 

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