Quinta, 23 de Março de 2017

Pastor Marco Feliciano (PSC-SP)

O que há contra o deputado no Supremo

É alvo do Inquérito 3646, que questiona a contratação de pastores da igreja dele para o gabinete. “Fui vítima de uma denunciação caluniosa: primeiro, porque as igrejas só funcionam aos domingos à noite, e durante os dias da semana, meus assessores realizam um hercúleo trabalho de assessoria legislativa”, alegou Feliciano.

Veja a íntegra da nota do deputado:

Denúncias infundadas

Ao assumir a Presidência da Comissão dos Direitos Humanos, alguns Nobres Deputados inconformados com a perda do controle daquela comissão assacaram contra mim os mais furiosos ataques.

Ao constatarem que não conseguiriam me afastar da Presidência, muito menos, me calar quanto aos desmandos que encontrei na direção que durante tantos anos vinham dando aquela tão importante ferramenta legislativa para o apoio das verdadeiras minorias, fui vítima de uma denunciação caluniosa de que funcionários de meu gabinete estariam cuidando de Igrejas, por serem Pastores ao invés de estarem prestando serviço de assessoria.

Provocado o Ministério Público iniciou investigação e pode constatar que realmente as denúncias eram mentirosas, primeiro porque as Igrejas só funcionam aos Domingos à noite, e durante os dias da semana meus assessores realizam um hercúleo trabalho de assessoria legislativa, com contatos com Prefeitos, Vereadores assistentes sociais, com encaminhamento de drogados, doentes, crianças abandonadas etc.

Tenho assessor que chega a passar três, quatro dias longe de sua casa, pois São Paulo possui mais de 700 municípios e uma extensão enorme.

Quando encaminho um drogado, que ninguém da sociedade pode fazer nada, meus assessores vão de ônibus de São Paulo para onde consigo disponibilizar vagas em centro de reabilitação, às vezes numa longa e cansativa viagem de 15 a 20 horas só de ida.

Uma assessoria parlamentar só pode ser exercida por abnegados colaboradores, pois, muitas vezes tem de sacrificar o próprio convívio familiar, em prol de uma população carente, mas firme na fé e na confiança de seus políticos.

Finalizo pedindo a Deus em oração que perdoe a quem nos caluniam, porque como disse o Próprio Jesus “eles não sabem o que fazem” Amém.”

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