Quarta, 16 de Maio de 2012

Entenda toda a história da quebra de sigilo dos tucanos

Rudolfo Lago Não parece haver santos na história da violação de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e a seu candidato à Presidência da República, José Serra. Na reportagem abaixo, o Congresso em Foco relata em detalhes o que …

Ruim pra todo mundo: depoimento do jornalista Amaury e do despachante Dirceu deixam mal tucanos e petistas

Ruim pra todo mundo: depoimento do jornalista Amaury e do despachante Dirceu deixam mal tucanos e petistas

Rudolfo Lago


Não parece haver santos na história da violação de sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB e a seu candidato à Presidência da República, José Serra. Na reportagem abaixo, o Congresso em Foco relata em detalhes o que disseram o jornalista Amaury Ribeiro Jr. e o despachante Dirceu Rodrigues Garcia nos depoimentos que prestaram à Polícia Federal. Os relatos contam a história de uma trama que começa no PSDB, na disputa interna pela candidatura à Presidência entre Serra e o então governador de Minas Gerais, Aécio Neves. Mas que termina na campanha de Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência, e numa disputa interna pelo controle da estratégia de comunicação da campanha.

Os depoimentos, cujas íntegras foram obtidas pelo jornal O Estado de S.Paulo, mostram por que, desde que a história estourou, PSDB e PT empurram um para o outro a responsabilidade pelo escândalo. De acordo com o que relata principalmente Amaury, acreditando-se em seu depoimento, há elementos que desgastam ambos os partidos.


Os depoimentos também corrigem algumas informações publicadas nos últimos dias pela imprensa. Não é verdade que Amaury tenha confessado em seu depoimento ter pago para obter a violação do sigilo fiscal de Verônica Serra, filha do José Serra, e de Eduardo Jorge Caldas Pereira, vice-presidente do PSDB, entre outros tucanos. Amaury não faz qualquer confissão nesse sentido. Quem o acusa disso é o despachante Dirceu. Ele afirma que Amaury o procurou para ajudá-lo a obter tais informações. Em troca, Dirceu teria recebido R$ 12 mil, para dividir com Ademir Estevam Cabral, que o ajudou a conseguir as cópias das declarações de imposto de renda. Mais tarde, cerca de um mês e meio antes do primeiro depoimento que deu à Polícia Federal, no início de outubro, Dirceu conta que foi novamente procurado por Amaury. Naquele momento, a história da quebra de sigilo já estava nos jornais. Amaury teria, então, depositado mais R$ 5 mil em sua conta, supostamente em troca de seu silêncio. Na verdade, Amaury nega em seu depoimento que tenha usado Dirceu como despachante para obter informações confidenciais da Receita Federal.


Privatizações


O depoimento de Amaury é o último dos três prestados, no dia 15 de outubro. É, porém, o mais detalhado e, por isso, é importante começar por ele. Amaury conta que, desde o final do governo Fernando Henrique Cardoso, investigava irregularidades ocorridas no processo de privatização das empresas estatais. Ele afirma ter documentos que mostram que Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil, seria o “operador principal” na “formação dos consórcios que participaram das privatizações das teles, cobrança de propina e criador do modus operandi utilizado para internar valores escusos nas Ilhas Virgens Britânicas no Brasil”. Amaury compromete-se, no depoimento, a entregar à PF todo o material que apurou sobre isso.


Em 2001, Amaury diz não ter conseguido publicar o material que apurou no jornal em trabalhava, O Globo. Ele vai, então, para o Jornal do Brasil, e ali consegue publicar uma primeira reportagem sobre o assunto. Em 2003, ele diz obter novos documentos enviados pela promotoria de Nova Iorque para a CPI do Banestado e à Polícia Federal, que indicariam que “Ricardo Sérgio movimentava milhões de dólares no exterior, inclusive em paraísos fiscais”. Tais informações foram publicadas pela revista IstoÉ, na qual Amaury então trabalhava. Por conta da reportagem, Amaury foi processado judicialmente por Ricardo Sérgio. É nessa época que o jornalista pensa, então, em escrever um livro sobre o tema.


Depois disso, porém, Amaury passa um bom tempo sem voltar a investigar o assunto. Em 2007, ele vai trabalhar no jornal Correio Braziliense em Brasília. Depois de sar baleado durante uma apuração jornalística na periferia da cidade, Amaury é transferido para Belo Horizonte, para outro jornal dos Diários Associados, o Estado de Minas. Aqui começa o segundo capítulo da sua história


Dossiê contra Aécio


Amaury conta em seu depoimento ter tomado conhecimento, em dezembro de 2007, de que um “grupo clandestino de inteligência” estaria investigando o então governador de Minas, Aécio Neves. Acontecia, então, a disputa interna entre Serra e Aécio para escolher qual dos dois seria o candidato pelo PSDB à Presidência da Reública. Amaury diz que resolveu, então, investigar quem eram os integrantes do tal grupo e qual era a sua motivação. Diz ter descoberto que o grupo trabalhava para José Serra, sob o comando do deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), ex-delegado da Polícia Federal. Segundo ele, faziam parte do grupo também o ex-agente do Serviço Nacional de Informações (SNI) Luiz Fernandes Barcelos, o delegado federal Pedro Birvane e outros agentes, um do SNI de que não recorda o nome e outro da PF de nome Darlan. Amaury acha que a questão poderia ser um gancho para retomar as investigações sobre o processo de privatização, “focando também pessoas ligadas a José Serra”.


Nessa apuração, Amaury diz que passou a obter documentos em cartório, juntas comerciais, órgãos de Justiça no Brasil e nos EUA. Ele diz, nesse processo, ter obtido documentos que apontavam para a existência de empresas - off shores – sediadas em paraísos ficais, em nome da filha de José Serra, Verônica Allende Serra, e de seu esposo Alexandre Bourgeois. E acrescenta que tais empresas operavam em um mesmo escritório operado por Ricardo Sérgio nas Ilhas Virgens. Para o declarante, teria ficado evidente que tais empresas “foram utilizadas para internação de valores em território pátrio”. Para realizar suas investigações, Amaury afirma ter feito várias viagens nos anos de 2008 e 2009, principalmente para São Paulo. As despesas de viagem, diz ele, “foram custeadas pelo órgão de imprensa no qual trabalhava”. É nessa ocasião que ela afirma ter contratado “um despachante”, cujo nome não recorda, para obter tais documentos “legais”, e não informações da Receita Federal. Passemos ao terceiro capítulo do depoimento.


Fogo amigo


No dia 16 de outubro de 2009, Amaury deixa o Estado de Minas, segundo ele, por conta dos graves problemas de saúde enfrentados por seu pai, que faleceu em 13 de novembro do mesmo ano. Para cuidar de negócios da família, em Campo Grande (MS) e no interior de Minas Gerais, Amaury desliga-se do jornal. Antes de sair, ele deixa uma cópia de tudo o que apurou com o Estado de Minas e outra arquivada em seu notebook, para que servisse de base para a publicação do livro que planejava.


Por volta de abril de 2010, Amaury recebe uma ligação telefônica de “seu amigo” Luiz Lanzetta. A empresa de Lanzetta, a Lanza Comunicações, tinha sido  contratada para cuidar da estratégia de comunicação da pré-campanha da candidatura Dilma Rousseff. A razão do telefonema era um pedido de ajuda. Lanzetta relatou a Amaury que acontecia uma coisa estranha na “casa do Lago Sul”, apelido dado ao bunker da campanha de Dilma, montado numa residência do Lago Sul, bairro nobre de Brasília. Segundo Lanzetta, informações confidenciais que circulavam na casa do Lago Sul “eram sistematicamente difundidas pela imprensa”. Lanzetta pedia a ajuda de Amaury para indicar uma pessoa ou empresa habilitada a detectar os responsáveis pelos vazamentos de informações.


Amaury indicou, então, um ex-agente da comunidade de informações, de nome Idalberto Matias Araújo, vulgo Dadá. A negociação não prosperou porque Dadá não possuía empresa que pudesse emitir nota fiscal. Dadá indicou, então, um outro nome, o delegado aposentado da Polícia Federal Onézimo Graça. Onézimo, de acordo com o depoimento, seria um policial que “havia rompido com Marcelo Itagiba”.


Foi, então, marcada uma reunião para acertar a contratação no restaurante Fritz, em Brasília. Antes da reunião, na casa do Lago Sul, Luiz Lanzetta relata a Amaury que tivera uma “séria discussão” com Gustavo Garreta, um dos proprietários da empresa de comunicação Marka, que exigia participar dos trabalhos de comunicação já desenvolvidos pela Lanza na pré-campanha de Dilma. Lanzetta contou que Garreta era ligado ao deputado estadual Rui Falcão, do PT de São Paulo. Por isso, Lanzetta passou a suspeitar que o vazamento deveria vir de gente ligada à própria campanha – o chamado “fogo amigo”, e não a Marcelo Itagiba. Na reunião, Lanzetta repetiu, “muito nervoso”, que os “vazamentos poderiam ser coisa do Garreta”.


Na reunião, Onézimo apresentou a proposta de montar um grupo com dez pessoas, a fim de investigar e controlar todos que lá trabalhavam. E orçou o quanto tal trabalho custaria: R$ 180 mil por mês. O curioso é que, segundo o relato de Amaury, no momento em que Onézimo apresentou o valor de seu serviço, Lanzetta já não participa mais da reunião. Lá ficara outra pessoa, de nome Benedito de Oliveira, o Benê. E os dois dizem a Onézimo que o valor pedido era alto, principalmente depois da suspeita de que o problema era interno. Amaury comenta que seria “perigoso” um grupo estranho entrar na casa do Lago Sul para investigar se os problemas poderiam estar relacionados a divergências no comando da campanha.


Duas semanas depois, houve outra reunião na confeitaria Praliné, em Brasília, novamente sem a presença de Lanzetta. Amaury sugere que Onézimo investigue apenas o grupo de Marcelo Itagiba, por um valor menor. O ex-delegado recusa a proposta.


Na mesma ocasião, Amaury afirma ter descartado um convite feito por Lanzetta para ingressar na equipe da pré-campanha de Dilma. De volta a Campo Grande e ao interior de Minas para cuidar dos negócios da família, Amaury recebe três semanas depois um telefonema de Lanzetta. E começa o quarto capítulo da história.


Novo grupo de aloprados


No telefonema, Lanzetta reclama que Onézimo e Dadá seriam “espiões”. E que teriam dito à revista Veja que Amaury, Benê e Lanzetta estavam preparando um dossiê para prejudicar Serra. Amaury procurou Dadá, que disse que ele é que teria sido procurado pela Veja. Contou, ainda, que o repórter da revista é que teria dito a ele que pessoas ligadas à própria campanha de Dilma teriam denunciado o surgimento de um “novo grupo de aloprados” na campanha petista.
 
Amaury afirma, então, que procurou o diretor da sucursal da revista em Brasília, Policarpo Júnior. Segundo o depoimento do jornalista, Policarpo disse a ele que um dirigente do PT havia lhe dito que existia um novo grupo de aloprados, que Amaury fazia parte dele e que teria recebido um dossiê sobre as privatizações ocorridas no Brasil. Amaury surpreendeu-se quando Policarpo fez uma descrição do tal dossiê: eram, segundo o depoimento, as mesmas informações que estavam em seu notebook.


Amaury afirma acreditar que o material foi copiado de seu computador, num período em que ele ficou hospedado em um flat no Hotel Meliá Brasília. O flat era de propriedade de alguém de nome Jorge, segundo Amaury o responsável pela administração dos gastos da casa do Lago Sul e da campanha de Dilma. Amaury afirma ter certeza de que o material foi copiado por Rui Falcão. Segundo ele, Falcão já tinha se hospedado também no flat e tinha a chave do apartamento. Amaury conta também que tal certeza foi reforçada pelo relato de um repórter da revista IstoÉ, que lhe disse que Rui Falcão procurara antes a revista, que não se interessou em publicar as informações que ele repassava.
 
Segundo Amaury, depois que a revista Veja publicou as informações sobre o “novo grupo de aloprados”, Lanzetta deixou a campanha de Dilma. Em seu lugar, foi contratada a empresa Pepper, de uma pessoa chamada Daniele, ligada ao marqueteiro João Santana. A empresa Marka, de Garreta, diz o jornalista, assumiu a campanha de Dilma em São Paulo.


Despachante de quebra de sigilo


É Dirceu Rodrigues Garcia quem conta, em dois depoimentos à Polícia Federal, que Amaury Ribeiro Jr. o procurou para obter dados sigilosos das declarações de imposto de renda dos tucanos. No primeiro depoimento à Polícia Federal, Dirceu conta que conheceu Amaury na porta da Junta Comercial de São Paulo. Num primeiro momento, Amaury pediu documentos da própria Junta, “fichas de breve relato”. Como o serviço deu certo, Amaury entrou em contato com Dirceu por telefone. E, então, o pedido foi mais grave. Amaury teria, então passado, uma lista de CPFs e CNPJs para que ele buscasse, então, na Receita, informações fiscais sobre aquelas pessoas e empresas.


Dirceu afirma que não tinha acesso à Receita Federal. Por isso, terceirizou o serviço para Ademir Estevam Cabral. Ademir diz que pode conseguir tais dados. Cobra R$ 700 por cada cópia. O material é entregue a Amaury no dia 8 de outubro de 2009, no Bar Onça, na avenida Ipiranga, centro de São Paulo. No segundo depoimento à PF, Dirceu diz que esse pacote de dados fiscais sigilosos foi entregue a Amaury em troca de R$ 12 mil, pagos em dinheiro.


A violação do sigilo dos tucanos ganha as páginas das revistas e jornais. Dirceu conta, então, que cerca de um mês e meio antes de prestar o primeiro depoimento à PF, ele é procurado por telefone por Amaury. O jornalista lhe pergunta “se estava tudo bem e se ele estava precisando de alguma coisa”. Dirceu responde que “estava no aperto”. Depois dessa conversa, segundo Dirceu, Amaury deposita R$ 5 mil em sua conta, em dois depósitos de R$ 2,5 mil.


Leia a íntegra dos depoimentos, obtidos pelo Estado de S. Paulo:

Íntegra do depoimento de Amaury Ribeiro Jr.

Íntegra do primeiro depoimento de Dirceu

Íntegra do segundo depoimento de Dirceu  

11 Comentários

  1. fonseca. disse:

    quem diria que o embrião deste escandalo ,saiu do osdb e agora serra. foi tiro no pé.
    ou bolinha na cabeça.

    Responder
  2. fonseca. disse:

    quem diria que o embrião deste escandalo ,saiu do osdb e agora serra. foi tiro no pé.
    ou bolinha na cabeça.

    Responder
  3. bene disse:

    Quer dizer, resumindo….tudo isto é coisa do PSDB e do próprio Serra… começou tudo com ele.. igual ao mensalão mineiro/PSDB que foi embrião de tantos outros nensalões Brasil afora..
    Se fazendo de coitadinho.. de vítima .. e era o verdadeiro vilão… no caso da bolinha, dá de ter dó.. o cara nem pra ator serve.. e esqueceu de dizer ao casal 45 do JN da #globomente que era um obejto de 1/2 kg do tamanho de uma melão.. assim como ele disse dia 21/10.. porque o pessoal lá está pensando que foi fita crepe…. e na verdade toda nem fita foi. era apenas uma careca de outro assessor passando atrás dele, não tinha nem movimento como na primeira bolinha. E ainda o pior foi fazer tomografia da cabeça… um absurdo o teatrinho do candidato.
    Já fizeram uma boataria que a DILMA era a favor do aborto e agora vemos que o próprio Serra obrigou a mulher a fazer um.
    Tem o Paulo Preto, ex diretor do DERSA, que desviou 4 milhões do caixa 2 do PSDB, dh que veio das propinas de empreiteiras do roubanel claro, e o PIG(Veja, Estadão, Folha de SP e #Globomente) não falam nada.
    Neste dia 31 é DILMA 13 para o Brasil continuar crescendo e distribuindo renda.
    fora Zé Pedágio.. vai construir praças de pedágios lá na PQP

    Responder
  4. Se hay gobierno, soy contra! disse:

    Resumindo: o jornalista apurou supostos crimes da filha de Serra. Fez o dossiê a interesse dos Tucanos. E diz que alguém roubou os dados de seu laptop ( como se ninguém pudesse chegar as mesmas conclusões pelos mesmos meios?). O que é fato é que há confirmação da ação do PSDB no caso de fogo amigo e suspeita da do PT. E não o contrário. Não há crime eleitoral pois Dilma não citou oficialmente as contas off-shore da pimpolha tucana e seu consorte. A PF DEVE INVESTIGAR a pimpolhinha depois das eleições!

    Responder
  5. diego disse:

    SERRA VC DENOVO POR TRAZ DO DOSIÉ O CARA SO FAZ TUDO ERRADO,Ñ ADIANTE MENTIR UZAR DE MA FÉ CONTRA OS OUTRO SERRA PORQUE VC MENTE AQUI E ALI MAIS DEPOIS VEM A VERDADE A TONA SERRA, É VERGONHOSO TUDO ISSO QUE VC TA FAZENDO QUERIA PREJUDICA O PROPRIO AMIGO DO PARTIDO,O AECIO. AGORA TAMOS PERCEBENDO O QUE VC É CAPAZ DE FAZER P/ CHEGA A PRESIDENCIA MENTINDO TRAINDO OS AMIGOS, SERA NUMCA MAIS VC É UMA VERGONHA.

    Responder
  6. Luiz disse:

    Parabenizo o site pela excelente matéria, mostrando sem defesa de partido ou candidato o que realmente aconteceu. Fiquei sabendo através de outros sites que o Amaury iria publicar um livro sobre as privatizações no Brasil, logo após as eleições de 2010.
    Quem mais perdeu nessa eleição foi a imprensa, órgãos importantes da mídia perderam totalmente a credibilidade, e nenhum órgão de imprensa no mundo sobrevive sem credibilidade. Após as eleições veremos as consequências.

    Responder
  7. B A U R U disse:

    Parece novela de prostíbulo meu! O pior é que no próximo dia 31 vamos ter que optar por um dos dois chefes dessa "gang". Dá uma vontade danada de não optar… pelo menos para sonhar que a mim não cabe responsabilidade nenhuma pelo gesto. O pior é que cabe, e não tem jeito: se correr o bicho pega e se pegar o bicho… PQP, que melda…

    Responder
  8. Ramiro disse:

    Se este cidadão já foi baleado (será que foi investigado), e ainda continua fazendo besteira, tem que ser enviado para cuba, bolivia, argentina, e ser amigo dos camisas vermelhas.

    Responder
  9. Ademar disse:

    A fabrica de dossies falsos é a Casa Civil da Presidencia da Republica. Quem leu os jornais de ontem, dia 24, entendeu perfeitamente. Inclusive o Secretario Pedro Abramovay, que trabalhava chefiando o filho do Tuma, disse ao mesmo que estava cansado de tanto receber ordens de montar dossiers contra opositores do governo, ordens essas provenientes de Dilma Roussef e do Gilberto Carvalho. PORTANTO, ESSA SACANAGEM DE DOSSIE FALSO É COM A TURMA DO PT MESMO.

    Responder
  10. Berenice disse:

    DILMA, VEM A SENHORA NOVAMENTE POR TRAZ DO DISSO, TUDO QUE A SENHORA FAZ, FAZ ERRADO, PARA QUE MENTIR UZAR DE MÁ FÉ CONTRA OS OUTROS DILMA? PORQUE A SENHORA MENTE O TEMPO TODO NÃO SABE QUE UM DIA A VERDADE VEM A TONA? O QUE ADIANTOU TANTAS MENTIRAS E HOJE O PRÓPRIO AÉCIO NEVES ESTÁ FAZENDO CAMPANHA NAS REDES DE TV E EMISSORAS DE RÁDIOS EM FAVOR AO SERRA, NÃO ADINTOU NADA VOCE FAZER DOSSIÊS VERGONHOSOS PARA PREJUDICAR A CAMPANHA DO SERRA PORQUE MENTIRAS TEM PERNAS CURTAS, PARA MIM A SENHORA É UMA VERGONHA!!!;

    Responder

Deixe um comentário

Publicidade Publicidade