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Estamos sem WhatsApp. E agora, José?

Paralisação do aplicativo mostra como ficamos dependentes das novas ferramentas de comunicação digital, observam colunistas. Veja mais destaques do noticiário nos últimos dias

 

É preciso estar preparado para viver no mundo digital

A saída do ar do WhatsApp nesta quarta-feira veio reforçar o contexto atual de enorme impacto e presença das mídias digitais em nossas vidas. Estudiosos e especialistas na rede referem-se ao nosso estágio de dependência e massivo uso da rede como pandemia digital.

As notícias da queda do aplicativo em muitos portais online davam o tom de “pânico” de muitos usuários com as dificuldades de acessar o dispositivo de mensagens instantâneas. Quantos milhares de negócios e usuários em vários países do mundo deixaram de anunciar seus produtos, promoções, lançamentos, avisos a clientes e outras informações essenciais trocadas pelo WhatsApp?

Os números mostram que a presença das redes sociais digitais só cresce em todo o mundo. Metade da população global está conectada na internet: 3,7 bilhões de pessoas. E o acesso via redes sociais só aumenta. Estão se tornando rotina as sucessivas mudanças que a revolução digital exerce no nosso dia a dia. O efeito é disruptivo em vários campos da economia, nos negócios e no nosso cotidiano.

No âmbito da comunicação, o efeito é avassalador. Google e Facebook já detêm 20% da publicidade global. Cresce também a tiragem de edições digitais da mídia impressa. Segundo a Associação Nacional de Jornais (ANJ), os jornais brasileiros consolidam crescimento em suas assinaturas digitais, a exemplo do que ocorre nos Estados Unidos e Europa.

Maior presença significa maior efeito disruptivo. Fenômenos recentes como a pós-verdade e notícias falsas continuam a causar temor em todo o mundo. Para mostrar a intenção de que está de fato disposto a combater “fake news”, o Facebook contratou uma empresa iniciante de mídia em Berlim, a Corrective, para ajudar no combate à epidemia de notícias falsas na rede social. Afinal, o planeta está assustado com o poder que “forças destruidoras” podem exercer com a disseminação em massa de informações falsas.

No contexto atual de incertezas e imprevistos, é mais difícil traçar cenários e prever tendências. É por isso que todos, líderes políticos, porta-vozes públicos e gestores privados devem buscar informações fidedignas e se capacitarem para esta fase de transição. Em momentos de crise, desinformação e despreparo só tornam os custos mais altos.

 

Estudo mostra importância da análise de big data

A análise de big data é fundamental para o planejamento das estratégias gerais das organizações latino-americanas. Esta foi a conclusão do estudo Latin American Communicator Monitor (LCM), promovido pela European Public Relations Education and Research Association e colaboradores.

A pesquisa alcançou cerca de cem mil pessoas em 17 países. Entre os principais eixos do trabalho estão a análise do uso de big data na comunicação estratégica, na automação da área de RP e na gestão da comunicação, nas novas formas de distribuição de conteúdo por influenciadores e na geração do engajamento e em suas habilidades.

 

Facebook permite reações em comentários de outros usuários

Da mesma forma como você pode comentar posts no Facebook, agora também os usuários podem reagir em comentários de outros usuários da rede social. A novidade, anunciada esta semana, por enquanto aparece na versão para desktop do aplicativo. Alguns usuários disseram conseguir na versão IOS também.
Segundo o próprio Facebook, a inovação é porque as pessoas querem mais formas de mostrar reações em comentários.

 

 

 

 

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