
Marco Maia anunciou que aumentará a verba de gabinete dos deputados. "Podem por a manchete em letras garrafais", disse ele
Em princípio, o aumento pode ser feito por um simples ato da Mesa da Câmara. Ao defender o reajuste, Marco Maia argumenta que os funcionários de gabinete, que são de livre contratação dos deputados, não têm aumento há cinco anos. Mas, além de fato de que a decisão do aumento se dá em um momento em que o governo alardeia a necessidade de contenção de gastos para conter o risco da crise econômica, há um outro fator a ser levado em conta: no caso de alguns partidos – não se sabe quantos – a verba a mais, em vez de parar nos bolsos dos funcionários, pode acabar nos cofres das próprias legendas.
No ano passado, o Congresso em Foco revelou que isso acontecia em pelo menos um partido político, o PSC, que obrigava cada um dos funcionários que contratava, mesmo os que não eram filiados à legenda, a entregar 5% do que ganhava. Na época, a denúncia gerou algumas repercussões negativas, mas não foi tomada pela Câmara nenhuma providência para investigar a prática do PSC e muito menos para verificar se ela se estendia a outros partidos. Na ocasião, questionado sobre o expediente do PSC, Marco Maia disse que a “caixinha” que o partido fazia era “normal”. Disse mais: afirmou que todos os partidos cobravam uma parte dos salários dos seus servidores. Na ocasião, surgiram informações de que a prática da cobrança de “caixinha” ocorria também no PTdoB. E a candidata do PPS à prefeitura de São Paulo, Soninha Francine, chegou a afirmar que, quando era vereadora pelo PT, o partido também exigiu que seus funcionários pagassem “caixinha”.
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Assim, a decisão de aumentar a verba de gabinete poderá significar aumentar a fonte de receita dos partidos políticos, além das oficiais, como o fundo partidário.
Mas os reajustes não se limitam aos servidores comissionados da Câmara e, pelo que disse Maia, aos partidos da Casa. A Câmara deve votar a Medida Provisória 568/12, que dá reajustes a cerca de 30 carreiras do Poder Executivo. Eles ganharão aumentos por meio de gratificações, vencimentos maiores e regras novas para obterem vantagens nas aposentadorias, segundo a Agência Câmara.
O plenário ainda pode votar o PL 2295/2000, que reduz a jornada de trabalho dos enfermeiros para 30 horas semanais.
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Rapaz….Brasil quem paga essa conta somos nós mesmos. ACORDA!!!!!!!!!!!!!
ENQUANTO 59 UNIVERSIDADES FEDERAIS CONTINUAM EM GREVE POR MELHORES CONDIÇÕES DE TRABAHO E POR UM SALÁRIO DIGNO ESSES PORCOS DO CONGRESSO CONTINUAM DEITANDO E ROLANDO PARA BENEFICIAR A SÍ PROPRIOS.
Atualmente só temos corruptos, algumas exceções nada podem fazer. mas essa corje de politicos safdados enganadores dos eleitores que ajudaram essa classe de irresponsaveis assumir um cargo publico, para hoje estar aí levando o minimo que ganhamos para encher o bolso de amigos e familiares de corruptos que fazem parte da mesma panela. tem mais que fechar o congresso e colocar uma mão de ferro para governar o pais.