Adasa alerta para baixos níveis de reservatórios de água no DF

Com volume de chuvas bem abaixo do esperado para a época do ano, dois principais reservatórios – do Rio Descoberto e o de Santa Maria – operam, atualmente, com limite de 20,94% e 42,13% respectivamente

Divulgação/Agência Brasil

Durante escassez, Caesb mantém taxa de contingência e conta pode vir até 40% mais cara

 

A preocupação com os níveis dos reservatórios de água que abastecem o Distrito Federal (DF) continua aumentando. Com o volume de chuvas bem abaixo do esperado para a época do ano, os dois principais reservatórios – do Rio Descoberto e o de Santa Maria – operam, atualmente, com o limite de 20,94% e 42,13% respectivamente.

De acordo com a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), enquanto os níveis não subirem, a tarifa de contingência, que aumenta em até 40% a conta de água continua a ser cobrada. O valor varia de acordo com a categoria e a faixa de consumo.

Já a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) também tem mantido a redução de pressão das redes de abastecimento de água a fim de diminuir o consumo nas cidades-satélite abastecidas pelo reservatório do Descoberto.

A pressão começou a ser reduzida, gradativamente, em novembro. As regiões afetadas pela redução são Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Gama, Santa Maria, Ceilândia, Vicente Pires, Colônia Agrícola, Samambaia, Águas Claras, Arniqueiras, Taguatinga, Riacho Fundo I, Park Way, Candangolândia e Núcleo Bandeirante.

A meta estipulada pela Caesb é reduzir entre 5% e 10% o consumo nas localidades. A expectativa é que a medida, somada à tarifa de contingência, permita a recuperação dos reservatórios. Com a taxa, a Caesb espera uma economia de 1,5 milhão de metros cúbicos por mês.

* Com informações da Agência Brasil

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