Deputados e senadores investigados no STF – Roraima

Roraima


Deputados:


Édio Lopes (PR): Réu na ação penal 940, por crimes eleitorais.

Shéridan (PSDB): A ex-primeira-dama de Roraima é investigada no inquérito 3975, por crimes eleitorais. A investigação se refere a atos de 2010, quando era secretária de Promoção Humana e Desenvolvimento na gestão do então governador José de Anchieta, seu marido na época. “A deputada ressalta sua plena confiança na Justiça brasileira, ciente de sua inocência”, diz.

Ao Congresso em Foco, a deputada, por meio de sua assessoria, prestou os seguintes esclarecimentos:

“A assessoria jurídica da deputada Shéridan esclarece que este é um inquérito antigo, do ano de 2010, quando ainda não exercia mandato de parlamentar. Em 2014, eleita deputada federal, o Juízo da 5ª Zona Eleitoral de Boa Vista/RR declinou da competência em favor do Supremo Tribunal Federal. A Deputada Shéridan esclareceu os fatos à justiça, porém o processo ainda não foi concluído. Até o presente momento não foi oferecida denúncia contra a parlamentar. A deputada ressalta sua plena confiança na justiça brasileira, ciente de sua inocência.

Assessoria de Comunicação”

 

Senadores


Romero Jucá (PMDB)

O atual líder do governo no Senado e presidente do PMDB é alvo de nove investigações (3989, 3297, 2116, 2963, 4211, 4267, 4326, 4347 e 4501), por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, contra a ordem tributária, apropriação indébita previdenciária, falsidade ideológica, formação de quadrilha, crimes eleitorais e de responsabilidade. O senador, flagrado em áudio defendendo a saída da ex-presidente Dilma para “estancar a sangria” da Lava Jato, é investigado em cinco inquéritos abertos após as delações da Odebrecht, acusado de cobrar propinas milionárias para atender a interesses do grupo no Congresso.

Também é investigado na Operação Zelotes, suspeito de interceder para beneficiar empresas com dívidas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Um dos procedimentos apura a origem e o destino de R$ 100 mil jogados para fora de um carro por um de seus auxiliares momentos antes de ser abordado pela polícia durante a campanha eleitoral de 2010. A investigação mais recente apura se o senador recebeu propina em troca de contrato firmado entre os Correios e a Confederação Brasileira de Tênis (CBT).

Jucá foi um dos senadores que optaram por não se manifestar sobre as acusações.

Telmário Mota (PTB)

Responde ao inquérito 4296 por violência doméstica. A denúncia de agressão foi feita por uma jovem de 19 anos que denunciou ter sido agredida até desmaiar por Telmário. Exame de corpo de delito verificou a existência de lesões na cabeça, boca, orelha, dorso, braço e joelho. Em depoimento à polícia, ela disse que mantinha relacionamento com o senador havia três anos e que as agressões físicas e ameaças eram recorrentes. Porém, pouco tempo depois ela se retratou e negou a violência.

O senador diz ser vítima de armação.

“Acerca do Inq 4296 que tramita perante o Supremo Tribunal Federal, o Senador Telmário Mota informa que não são verdadeiros os fatos narrados pela Sra Maria Aparecida, no final do ano de 2015. Esclarece que jamais houve qualquer tipo de violência por parte do Senador Telmário Mota, sendo certo que a suposta vítima já desmentiu, por diversas vezes, as supostas agressões. Seus familiares, ouvidos perante a autoridade policial, também desmentiram as acusações. Cumpre alertar, que estão se utilizando desse embuste para lançar cortina de fumaça sobre os casos de corrupção que assolam as biografias de seus adversários políticos. Assim, o Senador está tranquilo de sua inocência e acredita sempre na justiça brasileira.

 

————– OUTROS ESTADOS ————

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