Deputados e senadores investigados no STF – Goiás

Goiás


Deputados:


Célio Silveira (PSDB): Alvo dos inquéritos 4370 e 4486, por crimes de responsabilidade, contra a administração em geral e corrupção passiva.

Daniel Vilela (PMDB): Inquérito 4441, por falsidade ideológica eleitoral. Delatores da Odebrecht afirmam que Daniel recebeu R$ 1 milhão para financiar sua campanha, em 2014. O montante, segundo a delação, foi pedido pelo então prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, pai do deputado, para manter contratos da empreiteira em obras de saneamento na cidade. Os dois alegam que “nunca estiveram, nunca falaram, e sequer conhecem os delatores”.

Giuseppe Vecci (PSDB): Responde ao inquérito 4491, por corrupção eleitoral.

Magda Mofatto (PR): Inquérito 4368, por crimes eleitorais e contra a fé pública e falsidade ideológica.

Roberto Balestra (PP): Alvo do inquérito 3989, por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, na Lava Jato. Apontado pelo doleiro Alberto Youssef como um dos parlamentares do PP que recebiam mesada do esquema de corrupção na Petrobras.

Rubens Otoni (PT): Inquéritos 3726 e 4350, por lavagem de dinheiro.

Sandes Júnior (PP) – Licenciado: Inquéritos 3989 e 3444, por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. O primeiro caso está ligado à Lava Jato. Apontado pelo doleiro Alberto Youssef como um dos parlamentares do PP que recebiam mesada a partir de desvios na Petrobras. O deputado nega as irregularidades.

Thiago Peixoto (PSD): Inquéritos 4343 e 4497, por crimes contra a fé pública eleitoral, falsidade ideológica e corrupção eleitoral.

 

Senadores

 

Ronaldo Caiado (DEM)

Inquérito 4502, por crimes eleitorais, difamação e lesão corporal. O senador é acusado por um ex-prefeito de Turvânia (GO) de ordenar que seguranças o agredissem em 2010, quando ainda era deputado federal.

A assessoria do senador diz que, “segundo testemunhas, o ex-prefeito procurou confusão com as pessoas presentes. O ex-prefeito tentou agredir homens e mulheres que assistiam ao comício, que revidaram as agressões. O hoje senador não viu ou sequer participou de qualquer ação. A investigação mostrou isso. Mas o MP recorreu ao STF e a ação não deve ir adiante.”

 

————– OUTROS ESTADOS ————

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