Sábado, 21 de Janeiro de 2017

Todas as postagens de Pedro Valls Feu Rosa

Hegel, o extrativismo e a próxima geração

“Nossas riquezas continuam a ser exportadas dia e noite, sob ritmo alucinante e a preço de banana, em troca de produtos os mais básicos”, diz colunista ao alertar para o iminente esgotamento das jazidas brasileiras

Continue lendo...

Minha culpa, minha tão grande culpa

Colunista descreve lições de humildade pelo mundo afora e lamenta que vários homens públicos insistam em dar veracidade à máxima de Millôr: “Errar é humano; botar a culpa nos outros também”

Uma conta muito fácil de entender

“A cada dia morrem 20 crianças no Brasil, vítimas de doenças causadas pela falta de um simples esgoto ou de água tratada – isto dá uns três Airbus lotados de crianças caindo por mês”

Os caminhos da humanidade

“Não nos iludamos: cada brasileiro que está pelas ruas, malgrado abordando temas pontuais, grita na verdade contra toda esta discriminação que sofre em seu próprio país”

As vítimas de crimes pelo mundo afora

Colunista volta que vários países no mundo possuem leis para amparar pessoas que tenham sido vítimas de crimes

Que bom seria se aquelas leis tivessem pegado!

“Calculou-se, em 2007, que o Brasil tem incríveis 181 mil leis. Não será através de mais leis que resolveremos o problema do descumprimento delas”

Nossa geração e o Brasil do futuro

“Vivemos em um país embrutecido, no qual são gastos US$ 16 bilhões a cada ano só com a criminalidade, e achamos ingenuamente que ‘as vítimas é que deram bobeira’”

A Guerra do Afeganistão e a América Latina

O valor gasto com três porta-aviões norte-americanos no Afeganistão e com armas na América Latina daria para levar saneamento básico a todos os cidadãos dessas duas regiões

Uma boa notícia para as vítimas de crimes

Colunista trata da lei, instituída em 2009, que prevê indenização para quem sofrer violência. Só que a regra não vale no Brasil, mas sim em Portugal

O Estado, o povo e a saúde

A cada ano a malária mata na África 875 mil vidas que poderiam ser salvas por mosquiteiros. “Exagero dizer que são assassinadas pelo Estado?”, pergunta Pedro Valls Feu Rosa

O casamento dos loucos

Alemão aluga mulher em troca de cerveja. Inglês põe esposa à venda. Mulheres matam por amor e ódio. Na Espanha, livro ensina a bater sem deixar marcas. É a insanidade dos casais em escala global

O valor das indenizações de lá e de cá

“Dada uma ‘globalização’ trombeteada aos quatro ventos, não dá para entender o motivo de os consumidores do Terceiro Mundo serem tão menos iguais que aqueles do Primeiro Mundo”

O orgulho de ser brasileiro

“A visão desfocada das nossas elites tem criado um Brasil que reserva aos estrangeiros o melhor de sua paciência, compreensão e generosidade. Já aos seus filhos mais humildes, reserva-se um sentimento que gravita entre a vergonha e a indiferença”

Que país é esse?

Colunista relata as dificuldades sofridas pelos aposentados na Inglaterra. Também lá, em um dos mais ricos países do mundo, só se respeita os mais velhos “quando eles vêm engarrafados”

Eu e você temos que melhorar

“Cada um vigia sempre o seu vizinho, espreita se ele cai, e tripudia, espreita se ele sobe, e inveja-o. Trava-se um combate em que o mais cruel, o mais forte, o mais canalha, é que triunfa”

Uma comédia que não é divina

Contribuinte brasileiro, deixe para trás suas esperanças. No lugar dela, a burocracia pátria o brindará com incompetência, desrespeito e uma das maiores cargas tributárias do mundo

Meu nome é Cone, Agente Cone

Recordista mundial em burocracia fiscal, obras paradas e na ineficiência de suas leis, o Brasil é campeão em uso de cones, em geral usados para manter o cidadão distante das instituições que deveriam protegê-lo

O tenebroso mundo dos abafadores

Segundo Banco Mundial, 1,4 bilhão de pessoas vivem com menos de US$ 1,25 por dia. É sete vezes menos do que cada brasileiro perde com a corrupção e desperdícios, e essa é só uma das muitas verdades incômodas abafadas no mundo atual, diz colunista

Nós e os piratas da Somália

“Intrigante que, proporcionalmente, ricos cometam mais crimes do que pobres. Mas muitos crimes não teriam acontecido se a seus autores não se tivesse negado o direito à subsistência”

A rotina do absurdo

“A que ponto chegamos! Um cidadão não pode dar um telefonema em um estacionamento, pois corre o risco de ser assaltado, sequestrado ou até morto. É mais tranquilo andar em Bagdá do que em muitas cidades brasileiras”

Publicidade Publicidade