Todas as postagens de Márcia Denser
Fascismo & outros afetos tristes
Escritora se vale de “manual de primeiros socorros filosóficos” recém-publicado por outra Márcia, a Tiburi, para criticar o fortalecimento do pensamento autoritário
Submissão e a desonestidade intelectual de Michel Houllebecq
O que acontece quando um candidato da Fraternidade Muçulmana vence as eleições na França e lá implanta o islamismo e faz do país uma distópica Eurábia? Márcia Denser conta o que achou desse “romanção bem bolado, tipo de aeroporto”
Por que o Estado Islâmico ameaça
Grupo que ataca a permissividade ocidental é o mesmo que pratica estupros em série, torturas e assassinatos. Para o filósofo esloveno Slavoj Zizek, eles são a “desgraça” do verdadeiro fundamentalismo porque combatem a tentação que os consome
O filósofo do indizível
Com Hosana na Sarjeta, Marcelo Mirisola faz um romance sobre a arte dos desencontros, mas acima de tudo um tremendo livro de humor. “Se não gostou, assine um jornalão, leia a Veja, recorra a manuais acadêmicos ou finja que ele não existe”
Rentismo & desigualdade
Antes, foram a bolha da internet e a bolha imobiliária. Agora, diz colunista, o problema é que “o único recurso, em meio a uma profunda recessão, são os gastos do governo – exatamente o que o pessoal no topo da pirâmide está tentando refrear”
Por Amanda
Em conto sobre a irmã recentemente falecida, colunista reflete sobre o papel do escritor, “aquele sujeito que só ganha o direito de se foder e ser aplaudido por isso”
The Economist e o ressentimento nacional
Mesmo com edição refinada e sobretudo anglo-saxã, a revista reflete um pensamento neoliberal contra as políticas de estímulo à produção e ao consumo. E, por isso, dirige suas críticas a Guido Mantega
A chave do paraíso também serve no inferno
(Tentando explicar os movimentos globais)
Na saúde e na doença
A arapuca dos planos de saúde, a “retrógrada” posição do CFM contra a importação de médicos e os números de um sistema de saúde feito para enriquecer do lado de lá à custa dos que morrem do lado de cá
Como escrever isto sem ser apedrejada?
Ainda sobre os movimentos de massa, houve entre mim e a Tania Faillace uma troca de cartas que (espero) vai explicar direitinho o título que botei na cabeça desta coluna, que segue o melhor estilo, digamos, epistolar
Occupy Brasil: decifrando a linguagem das ruas
“Melhor usar este momento para renovar a agenda da esquerda brasileira e reforçar os laços com os governos progressistas na América Latina, quiçá no mundo inteiro”
Standard & Poor’s: agência de risco sem credibilidade
“Inflação em baixa? Investimento em alta? Bobagens. Nada mereceu o destaque atribuído ao carimbo negativo com o qual a Standard & Poor’s revisou a ‘perspectiva da nota de longo prazo’ atribuída ao país”
Queima de arquivo: morre quem fica vivo
“Maria Teresa era meu outro eu – precisamente meu oposto complementar –, não parte nem pedaço de mim, antes algo além e a mais”, diz Márcia Denser ao falar do vazio deixado pela morte da irmã, semana passada
A volta do que não foi: o capitalismo de Estado
Colunista acredita que tendência mundial “põe em cheque os atuais pilares que sustentam a riqueza das nações e a ascensão destas na escala do poder geopolítico mundial”
Sessão nostalgia: a ditadura & a extinção do pensamento crítico
“A extinção do pensamento crítico brasileiro não vem só daí, claro, mas se “instrumentalizou” e consolidou, com consequências no tempo, graças à ditadura”
Muito dinheiro na mão de poucos
“Como é possível que a sociedade atual seja mais rica e que, paradoxalmente, seus filhos vivam bem pior que seus pais?”
Caim manda lembranças
Marcia Denser traz um trecho do livro Caim, publicado em 2006: “O nome do pai: a ponte, o arco-íris ilusório entre as coisas eternamente separadas, um sobrenome sem história, sem raízes, sem significado”
É a imprensa, estúpido!
“Se não forem feitos mais investimentos para que se produza jornalismo de melhor qualidade –, os EUA continuarão a navegar para o fundo do poço num mundo de ficção, interesses escusos, paranóia direitista e factóides”
O declínio das instituições políticas
O thatcherismo, diz Márcia, trouxe as bases da “violência criminosa” e do individualismo que movem o mundo atual. É assim que “banqueiros roubam, políticos extorquem, policiais achacam” e pairam acima de tudo “o deus mercado & corporações ilimitadas”
EUA: dez anos apagando o Iraque – volume 2
Concluindo sua análise sobre a invasão norte-americana, a partir do pensamento de Naomi Klein, Márcia Denser mostra como o Iraque foi vítima de um golpe ideológico ao avesso
EUA: dez anos apagando o Iraque
No primeiro artigo de uma série sobre a invasão norte-americana, Márcia Denser faz uma síntese do pensamento de Naomi Klein sobre o “capitalismo de desastre”, que arrasou o Iraque e seu povo
Cabezas cortadas
“Exclusão do ensino de Humanas das séries iniciais do ensino fundamental nas escolas públicas paulistas é atentado contra os direitos humanos e a cidadania”
Desmundo
O tempo em que “civilização brasileira”, futuro e vida eram coisas que faziam sentido. Em meio ao “desmanche” atual, o oxigênio vem do talento de Mirisola, André Sant’Anna & cia.
O ano em que sonhamos perigosamente – volume 2
Da Primavera Árabe ao Occupy Wall Street, uma série de eventos libertários marcou 2011. Márcia Denser retoma análise do ensaio do esloveno Slavoj Zizek para compreender o que está por trás e à frente dessas transformações




