Sábado, 31 de Dezembro de 2016

Todas as postagens de Márcia Denser

Fascismo & outros afetos tristes

Escritora se vale de “manual de primeiros socorros filosóficos” recém-publicado por outra Márcia, a Tiburi, para criticar o fortalecimento do pensamento autoritário

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Submissão e a desonestidade intelectual de Michel Houllebecq

O que acontece quando um candidato da Fraternidade Muçulmana vence as eleições na França e lá implanta o islamismo e faz do país uma distópica Eurábia? Márcia Denser conta o que achou desse “romanção bem bolado, tipo de aeroporto”

Por que o Estado Islâmico ameaça

Grupo que ataca a permissividade ocidental é o mesmo que pratica estupros em série, torturas e assassinatos. Para o filósofo esloveno Slavoj Zizek, eles são a “desgraça” do verdadeiro fundamentalismo porque combatem a tentação que os consome

O filósofo do indizível

Com Hosana na Sarjeta, Marcelo Mirisola faz um romance sobre a arte dos desencontros, mas acima de tudo um tremendo livro de humor. “Se não gostou, assine um jornalão, leia a Veja, recorra a manuais acadêmicos ou finja que ele não existe”

Rentismo & desigualdade

Antes, foram a bolha da internet e a bolha imobiliária. Agora, diz colunista, o problema é que “o único recurso, em meio a uma profunda recessão, são os gastos do governo – exatamente o que o pessoal no topo da pirâmide está tentando refrear”

Por Amanda

Em conto sobre a irmã recentemente falecida, colunista reflete sobre o papel do escritor, “aquele sujeito que só ganha o direito de se foder e ser aplaudido por isso”

The Economist e o ressentimento nacional

Mesmo com edição refinada e sobretudo anglo-saxã, a revista reflete um pensamento neoliberal contra as políticas de estímulo à produção e ao consumo. E, por isso, dirige suas críticas a Guido Mantega

A chave do paraíso também serve no inferno

(Tentando explicar os movimentos globais)

Na saúde e na doença

A arapuca dos planos de saúde, a “retrógrada” posição do CFM contra a importação de médicos e os números de um sistema de saúde feito para enriquecer do lado de lá à custa dos que morrem do lado de cá

Como escrever isto sem ser apedrejada?

Ainda sobre os movimentos de massa, houve entre mim e a Tania Faillace uma troca de cartas que (espero) vai explicar direitinho o título que botei na cabeça desta coluna, que segue o melhor estilo, digamos, epistolar

Occupy Brasil: decifrando a linguagem das ruas

“Melhor usar este momento para renovar a agenda da esquerda brasileira e reforçar os laços com os governos progressistas na América Latina, quiçá no mundo inteiro”

Standard & Poor’s: agência de risco sem credibilidade

“Inflação em baixa? Investimento em alta? Bobagens. Nada mereceu o destaque atribuído ao carimbo negativo com o qual a Standard & Poor’s revisou a ‘perspectiva da nota de longo prazo’ atribuída ao país”

Queima de arquivo: morre quem fica vivo

“Maria Teresa era meu outro eu – precisamente meu oposto complementar –, não parte nem pedaço de mim, antes algo além e a mais”, diz Márcia Denser ao falar do vazio deixado pela morte da irmã, semana passada

A volta do que não foi: o capitalismo de Estado

Colunista acredita que tendência mundial “põe em cheque os atuais pilares que sustentam a riqueza das nações e a ascensão destas na escala do poder geopolítico mundial”

Sessão nostalgia: a ditadura & a extinção do pensamento crítico

“A extinção do pensamento crítico brasileiro não vem só daí, claro, mas se “instrumentalizou” e consolidou, com consequências no tempo, graças à ditadura”

Muito dinheiro na mão de poucos

“Como é possível que a sociedade atual seja mais rica e que, paradoxalmente, seus filhos vivam bem pior que seus pais?”

Caim manda lembranças

Marcia Denser traz um trecho do livro Caim, publicado em 2006: “O nome do pai: a ponte, o arco-íris ilusório entre as coisas eternamente separadas, um sobrenome sem história, sem raízes, sem significado”

É a imprensa, estúpido!

“Se não forem feitos mais investimentos para que se produza jornalismo de melhor qualidade –, os EUA continuarão a navegar para o fundo do poço num mundo de ficção, interesses escusos, paranóia direitista e factóides”

O declínio das instituições políticas

O thatcherismo, diz Márcia, trouxe as bases da “violência criminosa” e do individualismo que movem o mundo atual. É assim que “banqueiros roubam, políticos extorquem, policiais achacam” e pairam acima de tudo “o deus mercado & corporações ilimitadas”

EUA: dez anos apagando o Iraque – volume 2

Concluindo sua análise sobre a invasão norte-americana, a partir do pensamento de Naomi Klein, Márcia Denser mostra como o Iraque foi vítima de um golpe ideológico ao avesso

EUA: dez anos apagando o Iraque

No primeiro artigo de uma série sobre a invasão norte-americana, Márcia Denser faz uma síntese do pensamento de Naomi Klein sobre o “capitalismo de desastre”, que arrasou o Iraque e seu povo

Cabezas cortadas

“Exclusão do ensino de Humanas das séries iniciais do ensino fundamental nas escolas públicas paulistas é atentado contra os direitos humanos e a cidadania”

Desmundo

O tempo em que “civilização brasileira”, futuro e vida eram coisas que faziam sentido. Em meio ao “desmanche” atual, o oxigênio vem do talento de Mirisola, André Sant’Anna & cia.

O ano em que sonhamos perigosamente – volume 2

Da Primavera Árabe ao Occupy Wall Street, uma série de eventos libertários marcou 2011. Márcia Denser retoma análise do ensaio do esloveno Slavoj Zizek para compreender o que está por trás e à frente dessas transformações

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